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Dez jogadores a seguir do EURO de sub-17 no Azerbaijão

Os repórteres do UEFA.com presentes no Campeonato da Europa de Sub-17 da UEFA escolheram os dez jogadores que mais se destacaram ao longo dos 16 dias de competição no Azerbaijão.

José Gomes marcou sete golos por Portugal e tornou-se num dos ídolos dos adeptos locais
José Gomes marcou sete golos por Portugal e tornou-se num dos ídolos dos adeptos locais ©Sportsfile

Mile Svilar (guarda-redes, Bélgica)
O filho de Ratko Svilar, antigo guardião da Jugoslávia, tem uma figura imponente entre os postes. O jogador do Anderlecht só completa 17 anos em Agosto, mas conseguiu manter a baliza inviolada em dois dos quatro jogos disputados em Baku e já alinhou em duas meias-finais da UEFA Youth League.

Dujon Sterling (à esquerda) comemora um golo de Inglaterra
Dujon Sterling (à esquerda) comemora um golo de Inglaterra©Sportsfile

Dujon Sterling (defesa-direito, Inglaterra)
Sterling esteve incansável nas subidas ao ataque pelo flanco direito de Inglaterra. O defesa criou dois dos três golos da Reiss Nelson e, física e tecnicamente, parece pronto para lutar por um lugar na equipa principal do Chelsea. 

Diogo Leite (defesa-central, Portugal)
Um dos quatro Diogos no sector mais recuado dos campeões europeus que jogam no Porto, guarda-redes incluído, Leite levou a melhor sobre Queirós, colega de clube e capitão de Portugal. Elegante e seguro com a bola sempre que inicia as jogadas desde a defesa, tal como o seu parceiro, Leite foi muitas vezes solicitado nas jogadas de bola parada. 

Diogo Dalot depois de marcar à Espanha na final
Diogo Dalot depois de marcar à Espanha na final©Sportsfile

Matthijs de Ligt (defesa-central, Holanda)
De Ligt foi totalista na campanha da Holanda e ajudou a sua equipa a manter a baliza inviolada em três desafios seguidos, até encontrar Portugal nas meias-finais. O defesa do Ajax é também uma ameaça nas bolas paradas.

Diogo Dalot (defesa-direito, Portugal)
Dalot e Rúben Vinagre, que joga no lado oposto, passaram tanto tempo no meio-campo ofensivo como a defender, tal foi a superioridade de Portugal. O jogador do Porto aumentou a vantagem da equipa de Hélio Sousa frente aos holandeses e inaugurou o marcador na final com um belo remate de primeira.

O golo de Fran García, em jogada individual, nos quartos-de-final
O golo de Fran García, em jogada individual, nos quartos-de-final

Atakan Akkaynak (médio, Alemanha)
O jovem do Bayer Leverkusen transpira classe. Uma presença autoritária à frente do quarteto defensivo, Akkaynak tem um talento natural para simplificar o jogo. O médio contribuiu com dois golos frente à Bósnia e Herzegovina e à Áustria..

Francisco García (extremo-esquerdo, Espanha)
O jogador do Real Madrid esteve apenas quatro minutos em campo nos dois primeiros desafios de Espanha na fase de grupos, mas saiu do banco na segunda parte do embate com Itália, na terceira jornada, para aumentar a vantagem da “roja” com um belo remate. O melhor ainda estava para vir, três dias depois fintou quatro jogadores de Inglaterra numa sensacional jogada individual e bateu calmamente o guarda-redes, apontando aquele que foi, sem dúvida, o melhor golo do campeonato.

Abel Ruiz (à esquerda) com a bola no empate da Espanha com a Sérvia
Abel Ruiz (à esquerda) com a bola no empate da Espanha com a Sérvia©AFFA

José Gomes (avançado, Portugal)
Os observadores mais atentos da UEFA Youth League já conheciam o talento de Zé 'Golo'. O avançado do Benfica, que nasceu na Guiné-Bissau, confirmou todas as suas qualidades em Baku, marcando sete golos, incluindo um “hat-trick” frente à Áustria, e ultrapassando Paco Alcácer como o melhor marcador de sempre da prova. Gomes consegue chegar normalmente a todos os passes dos colegas para a área e os cinco golos que marcou de cabeça são mais uma prova do seu instinto goleador.

Abel Ruiz (avançado, Espanha)
O combativo atacante do Barcelona marcou em todos os jogos da fase de grupos, conseguido juntar a esses três golos o remate decisivo que permitiu o empate com a Alemanha e originou a reviravolta nas meias-finais.

Renat Dadashov (avançado, Alemanha)
O possante ponta-de-lança foi dos jogadores mais populares no país de origem dos pais, mas demorou a ganhar ritmo, só apontado o primeiro dos seus três golos no período de compensação do último desafio da Alemanha na fase de grupos. Ganhou motivação para golos mais importantes, como o remate colocado num dos ângulos superiores com que bateu Svilar nos quartos-de-final e uma emenda à queima-roupa frente a Espanha no dia seguinte a completar 17 anos.

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