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UEFA Women's Champions League: jogadoras a observar na primeira mão dos quartos-de-final

Destacamos quatro jogadoras que querem fazer com que as suas equipas comecem bem os quartos-de-final.

Sjgne Bruun, Marina Hegering, Lindsey Heaps e Khadija Shaw
Sjgne Bruun, Marina Hegering, Lindsey Heaps e Khadija Shaw UEFA

Os jogos da primeira mão dos quartos-de-final da UEFA Women's Champions League realizam-se na terça-feira, 18, e na quarta-feira, 19 de Março, razão pela qual destacamos quatro jogadoras que pretendem que as suas equipas comecem a fase a eliminar da competição de forma vitoriosa.

Conheça as equipas

Signe Bruun (Real Madrid)

O Real Madrid está apenas pela segunda vez nos quartos-de-final, três anos após a eliminação pelo rival Barcelona e defronta o Arsenal, adversário que disputa esta fase pela 16ª ocasião, registo recorde. Tendo em conta que, na fase de grupos, perdeu duas vezes com outra equipa de Londres, o Chelsea, os presságios não são totalmente promissores para as madridistas, mas a presença da sua melhor marcadora dá-lhes alguma esperança.

Não é apenas o facto de a dinamarquesa Bruun estar a melhorar os números da sua primeira época em Madrid, já repleta de golos, incluindo cinco na fase de grupos da Champions League, mas também já ter um golo marcado nos quartos-de-final contra o Arsenal, em 2020, pelo Paris Saint-Germain. A antiga atacante do Fortuna Hjørring passou depois pelo Lyon e, por empréstimo, pelo Manchester United (onde se estreou no campeonato com um empate 1-1 com o Arsenal) e, desde que chegou a Madrid em 2023, tem-se revelado uma goleadora e criadora de golos fiável.

Veja a finalização de Bruun ao ângulo

Marina Hegering (Wolfsburg)

O Wolfsburg tem a missão ingrata de defrontar o campeão Barcelona dois anos depois da final de Eindhoven, em que o clube alemão vencia por 2-0 ao intervalo, mas perdeu acabou por perder por 3-2. Hegering, que estava a cumprir a sua primeira época no Wolfsburg após ter deixado o Bayern, só jogou os últimos seis minutos dessa partida, mas tornou-se numa defesa importante no clube e, no Verão passado, decidiu não se juntar à equipa técnica, conforme tinha planeado, mas sim continuar a jogar mais uma época.

Em 2009, a jovem Hegering participou nos dois jogos em que o Duisburg derrotou o Zvezda-2005 e conquistou a última edição da Taça UEFA Feminina antes de esta competição se tornar na Champions League (completou 19 anos entre as duas partidas). A sua participação na final de 2023 é a única outra presença da ex-jogadora da selecção da Alemanha num jogo decisivo, numa carreira muitas vezes prejudicada por lesões, mas a sua experiência, liderança e capacidade serão exactamente o que o Wolfsburg precisa para tentar destronar o Barcelona.

Marina Hegering quer terminar a sua carreira na Champions League em grande
Marina Hegering quer terminar a sua carreira na Champions League em grandeGetty Images
Onde ver a Women's Champions League

Lindsey Heaps (Lyon)

Esta tem sido temporada memorável e não apenas porque a jogadora anteriormente conhecida como Lindsey Horan se casou no final de Dezembro. Desde que foi capitã da selecção dos Estados Unidos na conquista do ouro olímpico em Paris, em Agosto do ano passado, Heaps teve uma campanha prolífica no escalão principal e continua a ser muito importante para o Lyon, actuando muitas vezes atrás da atacante principal, na tentativa de ajudar o Lyon a chegar à terceira final da Champions League em três época e meia no clube.

O Bayern aguarda-a agora e ao Lyon nos quartos-de-final, mas, depois de já ter marcado um penálti e sido a Melhor em Campo na presente campanha do Wolfsburg, Heaps já mostrou a sua capacidade de brilhar fora contra um clube alemão. É uma ameaça enorme no ataque, tanto nas jogadas corridas como nas bolas paradas.

Lindsey Heaps (nº26 quando ainda era conhecida como Horan) converte o seu penálti pelo Wolfsburg
Lindsey Heaps (nº26 quando ainda era conhecida como Horan) converte o seu penálti pelo WolfsburgGetty Images

Khadija Shaw (Manchester City)

A influência da avançada jamaicana no Man City pode ser sublinhada pela descida de forma da equipa durante o período em que Shaw esteve lesionada, em Dezembro e Janeiro. O City sofreu derrotas duras tanto a nível interno como na Champions Leagues, na qual um desaire por 3-0 contra o Barcelona lhe negou o primeiro lugar do grupo e ser cabeça-de-série nos quartos-de-final, colocando-o no caminho do rival inglês Chelsea. No entanto, Shaw está agora de volta à equipa e também aos golos.

Esta é, diga-se, a jogadora que marcou o golo da vitória sobre o Barcelona na Jornada 1 em Outubro, bem como o único tento em Fevereiro do ano passado, quando o City bateu o Chelsea por 1-0, no campeonato. O Chelsea acabaria por se sagrar campeão devido à melhor diferença de golos e, embora a jogadora de 28 anos tenha ficado em branco quando a sua equipa perdeu em Stamford Bridge, em Novembro, Shaw foi uma ameaça constante e pode muito bem ser a chave se o City quiser garantir a sua primeira presença nas meias-finais da Champions League em sete anos.

Veja o golaço de Khadija Shaw
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