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Altos e baixos do desempate entre Atlético e PSV

"Parece que a baliza está a 50 metros", explicou o defesa José María Giménez ao recordar a ansiedade, alegria e desespero no triunfo do Atlético sobre o PSV no desempate por grandes penalidades.

O Atlético comemora depois de Juanfran marcar a grande penalidade decisiva
O Atlético comemora depois de Juanfran marcar a grande penalidade decisiva ©AFP/Getty Images

O marcador ficou teimosamente em branco após 210 minutos de jogo e o desempate por penalties foi um tormento para Atlético e PSV, com ambas as equipas a converterem as primeiras sete tentativas. A eliminatória só foi decidida na "morte súbita", com Luciano Narsingh a atirar à trave pelos visitantes. Os jogadores de ambas as equipas recordam os momentos de maior emoção.

José Giménez, defesa do Atlético
Tive de marcar uma grande penalidade no final e foi o momento mais difícil de todo o jogo. É um momento complicado, parece que a baliza está a 50 metros. Felizmente que escolhi bem o sítio para onde rematar e ainda bem que o guarda-redes optou por mergulhar para o outro lado. É um grande alívio quando a bola bate nas redes.

Augusto Fernández, médio do Atlético
Este resultado e a forma como o conseguimos dá-nos ainda mais motivação. Temos de desfrutar deste triunfo e, a partir de amanhã, começar a pensar no jogo de sábado. Os jogos a eliminar são sempre difíceis. O nosso adversário fechou-se bem na defesa e tivemos pouco espaço para circular a bola, foi muito difícil. Agora vamos defrontar quem sair no sorteio.

Matías Kranevitter, médio do Atlético
Foi uma grande noite e, felizmente, conseguimos passar aos quartos-de-final, que era o nosso objectivo. Trabalhámos muito até o fim, mas o importante é que conseguimos a qualificação. As grandes penalidades são decisivas e qualquer das equipas podia ter ganho, nós não treinámos esta situação.

Andrés Guardado, médio PSV 
Regressamos a casa com um enorme sentimento de tristeza. Estivemos muito perto, por isso esta derrota é ainda mais olorosa, mas no balneário dissemos que podemos estar orgulhosos da eliminatória e do esforço que fizemos. Quando foi feito o sorteio, ninguém nos dava hipóteses de passar, mas estivemos muito perto de os eliminar. Mostrámos que podemos jogar ao nível do Atlético de Madrid.

Precisávamos ter sido um pouco mais ousados no ataque. Deixámos o Atlético ter muita posse de bola, mas quando a tivemos conseguimos criar perigo. Considero que nesse aspecto não fomos suficientemente ousados. Tentámos fazer o nosso melhor no contra-ataque e estivemos perto de marcar, mas isso não aconteceu. Agora precisamos de ganhar o campeonato holandês e garantir a qualificação para a próxima edição da UEFA Champions League.