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Escolhas da época na UEFA Champions League

O UEFA.com escolhe os destaques numa época em que o Barcelona triunfou, foram continuamente batidos recordes e um guarda-redes frustrou Lionel Messi, embora em vão.

Neymar festeja a vitória do Barcelona na final no relvado do Olympiastadion
Neymar festeja a vitória do Barcelona na final no relvado do Olympiastadion ©AFP/Getty Images
Veja: Iniesta sobre o triunfo do Barcelona
Veja: Iniesta sobre o triunfo do Barcelona

Equipa: FC Barcelona
Na época de estreia de Luis Enrique, o Barcelona teve uma campanha notável. Ao bater a Juventus por 3-1, tornou-se no primeiro clube a alcançar uma "tripla" de troféus duas vezes. A sua história teve diversos episódios fascinantes, desde Lionel Messi alcançar o melhor marcador da prova, Raúl González, até ao brilhantismo ofensivo do tridente Neymar-Messi-Suárez, passando pela despedida de Xavi Hernández, com 151 jogos, e o quarto título de Andrés Iniesta. "Somos os melhores e mostrámos isso com os resultados obtidos e o futebol praticado", disse Gerard Piqué ao UEFA.com.

Jogador (fase de grupos): Luiz Adriano (FC Shakhtar Dontesk)
Nem todos os recordes quebrados esta temporada o foram por um determinado argentino ou um avançado português. O último, Cristiano Ronaldo, tinha conseguido um novo máximo da fase de grupos na temporada anterior, com nove golos; Luiz Adriano igualou o feito 12 meses depois.

Após ter aberto a sua conta pessoal no empate caseiro do Shakhtar frente ao FC Porto, facturou cinco golos na vitória por 7-0 do Shakhtar na Bielorrússia, igualando o recorde da competição para um só jogo, pertença de Messi. Duas semanas depois, Adriano apontou um "hat-trick" na goleada caseira sobre o BATE, por 5-0.

Jogador (fase a eliminar): Neymar (FC Barcelona)
Desde Kaká, em 2006/07, que ninguém, tirando Messi ou Cristiano Ronaldo, terminava a UEFA Champions League como melhor marcador. Com o seu golo aos 97 minutos da final, Neymar juntou-se à dupla referida, com dez golos. Foi o culminar de uma edição na qual brilhou. Marcou nas duas mãos dos quartos-de-final, frente ao Paris Saint-Germain, em casa e fora diante do FC Bayern München, nas meias-finais, e depois o golo que desfez as dúvidas quanto ao vencedor em Berlim, um registo sem precedentes na UEFA Champions League.

Exibição: FC Bayern München 6-1 FC Porto
Houve vários candidatos nesta categoria: os triunfos irresistíveis do Barcelona em casa de Paris Saint-Germain e Manchester City FC, as vitórias do City sobre Bayern e AS Roma, que deram o apuramento (já para não falar do Roma 1-7 Bayern) e a vitória, ainda que fútil, do FC Schalke 04 no reduto do Real Madrid CF, por 4-3. No entanto, é outra exibição espectacular do Bayern a eleita.

O Porto parecia bem encaminhado para as meias-finais após uma vitória por 3-1 na primeira mão, mas no final pode agradecer ter perdido apenas por um resultado total de 7-4. O Bayern nunca tinha dado a volta a uma desvantagem de dois golos nas competições europeias, mas ao intervalo já vencia por 5-0, cabendo a Xabi Alonso selar as contas, após Jackson Martínez ter dado uma ténue esperança ao Porto.

Frase: "Ele defendeu tudo, fosse com as mãos ou outra parte do corpo – é um fenómeno".
Pelo menos uma vez, é Messi quem elogia, após Joe Hart o ter impedido de marcar na vitória por 1-0 do Barcelona sobre o Manchester City, na segunda mão dos oitavos-de-final.

Momento: Danijel Subašić (AS Monaco FC)
Nenhuma equipa tinha dado a volta a dois golos de desvantagem trazidos de uma primeira mão da UEFA Champions League. Mas após perder por 3-1 com o Mónaco em Londres, na primeira mão dos oitavos-de-final, o Arsenal FC foi eliminado apenas devido aos golos fora, já que os golos de Olivier Giroud e Aaron Ramsey deram origem a 11 minutos finais emocionantes no Stade Louis II.

Quando Alexis Sánchez cruzou para Giroud, ao segundo poste, o golo decisivo para os "gunners" parecia certo, mas Subašić afastou a bola em cima da linha. O Mónaco acabou por aguentar a pressão e apurar-se.

Número: 71
Era apenas uma questão de tempo. O recorde duradouro de Raúl, como melhor marcador de sempre da UEFA Champions League, não ficaria para sempre na posse do antigo avançado espanhol, perante a ameaça crescente de Messi e Ronaldo. A época começou com Raúl ainda no topo, com 71 golos, mas Messi apoderou-se do recorde a 25 de Novembro, frente ao APOEL FC. Rapidamente Ronaldo lhe fez companhia, e quando a campanha terminou, cada um tinha 77 golos.

Foto: Xavi Hernández despede-se após cumprir o seu 151º jogo, um recorde na competição

©AFP/Getty Images

Golo: A sua escolha!
Aaron Ramsey, Branislav Ivanović, Leroy Sané, Luis Suárez, Lionel Messi ou Ivan Rakitić: faça a sua escolha na nossa votação para o melhor golo da época.

1112_MD6_GOTW_1_RAMSEY_AMB
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MD7_GOTW_1_IVANOVIC_AMB
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GOAL1_ LeroySane_AMB
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2304_GOTW_2_SUAREZ_AMB
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1405_GOTW_2_MESSI_AMB
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0606_GOTW_RAKITIC_AMB
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