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Clássicos dos oitavos-de-final da Champions League

Publicado: Sábado, 13 de Dezembro de 2014, 10.00CET
Festejos de José Mourinho junto à lateral, proeza do APOEL, magia de Ronaldinho: o UEFA.com escolhe uma eliminatória dos oitavos-de-final das 11 edições anteriores.

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Publicado: Sábado, 13 de Dezembro de 2014, 10.00CET

Clássicos dos oitavos-de-final da Champions League

Festejos de José Mourinho junto à lateral, proeza do APOEL, magia de Ronaldinho: o UEFA.com escolhe uma eliminatória dos oitavos-de-final das 11 edições anteriores.

A UEFA Champions League de 2014/15 marca a 12ª edição desde que os oitavos-de-final substituíram a segunda fase de grupos. O UEFA.com escolhe um clássico das últimas onze edições – todos os resultados referidos são o total das duas mãos.

Manchester United FC 2-3 FC Porto, 2003/04
Eis uma ocasião que perdurará para sempre na memória, uma vez que marcou o início da verdadeira caminhada do Porto rumo ao título europeu. Dois golos de Benni McCarthy valeram aos "dragões" um triunfo por 2-1 na primeira mão, naquele que constituiu o primeiro encontro europeu realizado no Estádio do Dragão, mas foi na segunda mão, em Old Trafford, que José Mourinho despontou para o estrelato mundial. Praticamente eliminado no desempate por golos marcados fora de casa, o Porto prosseguiu na prova graças a um cabeceamento de Costinha à entrada do último minuto. Seguiram-se os icónicos festejos de Mourinho, a correr ao longo da linha lateral em direcção aos seus jogadores.

Chelsea FC 5-4 FC Barcelona, 2004/05
Pela aparentemente displicente execução, o segundo golo de Ronaldinho Gaúcho em Stamford Bridge é um dos golos mais memoráveis da UEFA Champions League. Continua, contudo, a ser uma nota de rodapé numa eliminatória emocionante. Imperturbado pela derrota por 2-1 e expulsão de Didier Drogba em Camp Nou, o Chelsea viu-se em vantagem na eliminatória, por 4-2, com apenas 19 minutos decorridos do encontro da segunda mão. Um bis de Ronaldinho ameaçou fazer descarrilar os "blues", mas o capitão John Terry viria a dar-lhes a vitória com um cabeceamento em grande estilo.

Juventus 4-4 SV Werder Bremen (Juventus vence no desempate por golos marcados fora), 2005/06
A primeira mão tinha sido bastante calma: 1-1 a oito minutos do final, eliminatória perfeitamente equilibrada. David Trézéguet parecia ter dado uma vantagem decisiva à Juventus com o segundo golo fora, mas Tim Borowski e Johan Micoud deram a volta ao marcador e deixaram o Werder Bremen em vantagem. Micoud facturou ainda no Delle Alpi e o Bremen parecia bem encaminhado para os quartos-de-final. No entanto, houve ainda tempo para Trézéguet e Emerson darem a provar aos alemães um pouco do próprio remédio.

FC Bayern München 4-4 Real Madrid CF (Bayern vence no desempate por golos marcados fora), 2006/07
Dois golos em quatro minutos – separados por 15 dias e 1500 quilómetros – viraram esta eliminatória ao contrário. O Real Madrid vencia em casa por 3-1, graças a Raúl González e Ruud van Nistelrooy, até que um tento de Mark van Bommel, aos 88 minutos, deu ao Bayern esperança para o jogo da segunda mão, em Munique. Na capital da Baviera, Roy Makaay empatou a eliminatória com o golo mais rápido da competição e Lúcio carimbou a vitória, pese embora uma finalização certeira de Ruud van Nistelrooy ter proporcionado um final mais emocionante.

Sevilla FC 5-5 Fenerbahçe SK (Fenerbahçe vence por 3-2 nas grandes penalidades), 2007/08
O Sevilha esteve em vantagem na eliminatória por duas ocasiões, mas o facto de, ainda assim, ter sido eliminado, fala por si. Os comandados de Zico adiantaram-se na eliminatória através de golos de Mateja Kežman e Diego Lugano no jogo da primeira mão, em Istambul, mas os sevilhanos empataram até Semih Şentürk ter dado aos turcos a vantagem com que partiram para a segunda mão. O Sevilha teve reacção enérgica perante o seu público e ficou a 11 minutos de triunfar, só que a decisão transitou para o prolongamento. Aí, nenhuma das equipas conseguiu marcar, o que permitiu a Volkan Demirel tornar-se no herói da noite ao defender três tentativas de conversão.

FC Bayern München 12-1 Sporting Clube de Portugal, 2008/09
Na maior vitória a duas mãos na história da UEFA Champions League, o equilíbrio apenas durou até ao momento em que Franck Ribéry adiantou o Bayern no marcador em Lisboa, pouco antes do intervalo. Seguiu-se um triunfo por 5-0 e a eliminatória ficou desde logo decidida. No entanto, o Bayern não se ficou por aí. De regresso a Munique, seis marcadores diferentes ajudaram-no a igualar a vitória por maior margem em rondas a eliminar. O Sporting jamais esqueceria tão humilhante revés.

Bayern's dream start

Manchester United FC 7-2 AC Milan, 2009/10
O United pode não ter conseguido igualar bem o feito de marcar sete golos à AS Roma num só jogo, três anos antes, mas esta não deixou de ser nova exibição arrebatadora da equipa de Alex Ferguson. Dois golos de Wayne Rooney ajudaram bastante ao um triunfo por 3-2 em San Siro, seguido de uma exibição sem mácula em Old Trafford. Rooney voltou a bisar num jogo em que a velocidade, poderio e indómita vontade asseguraram uma vitória memorável.

FC Bayern München 3-3 FC Internazionale Milano (Inter vence no desempate por golos marcados fora), 2010/11
A repetição da final de 2010 prometia sempre muito e este duelo não seria excepção. Apesar da boa exibição do guarda-redes do Bayern, Thomas Kraft, ter proporcionado a Mario Gomez apontar o tento da vitória em Milão sob o apito final, o Inter não abdicou da defesa do troféu sem dar boa réplica. Samuel Eto'o rapidamente empatou a ronda em Munique, mas o Bayern colocou-se em vantagem por 3-1 na eliminatória aos 31 minutos. Foi então que Wesley Sneijder e Goran Pandev, este a dois minutos do final, desfizeram os sonhos dos bávaros.

APOEL FC 1-1 Olympique Lyonnais (APOEL vence por 4-3 nas grandes penalidades), 2011/12
Primeira equipa de Chipre a chegar às rondas a eliminar, a tarefa do APOEL parecia ainda mais complicada quando perdeu por 1-0 em Lyon. Contudo, o conjunto de Ivan Jovanović voltou a apelar ao estatuto de equipa-sensação e levou a decisão da eliminatória para o prolongamento, graças a um tento madrugador de Gustavo Manduca, em Nicósia. E nem mesmo a expulsão do ex-jogador do CS Marítimo e do SL Benfica, aos 115 minutos, travou o APOEL, cujo herói no desempate por grandes penalidades foi o guarda-redes Dionisios Chiotis.

FC Bayern München 3-3 Arsenal FC (o Bayern vence no desempate por golos marcados fora), 2012/13
A equipa de Jupp Heynckes foi avassaladora na primeira mão, em Londres, chegando ao 2-0 após 21 minutos, graças a golos de Toni Kroos e Thomas Müller. Apesar de Lukas Podolski ter reduzido frente à sua antiga equipa, Mario Mandžukić restabeleceu a vantagem de dois golos do Bayern, deixando os "gunners" com uma tarefa complicada para a deslocação à Baviera. Olivier Giroud deu-lhes esperança logo a abrir, e Laurent Koscielny garantiu uma ponta final com alguns nervos, mas o Bayern aguentou a pressão. Viriam a regressar à capital inglesa, em Maio.

Manchester United FC 3-2 Olympiacos FC, 2013/14
Com David Moyes como novo treinador, o United ultrapassou invicto a fase de grupos, mas golos de Alejandro Domínguez e Joel Campbell ofereceram ao Olympiacos um triunfo caseiro por 2-0 sobre os homens de Manchester na primeira mão dos oitavos-de-final. Contudo, o campeão grego tinha saído derrotado das 11 visitas anteriores a Inglaterra e viu Robin van Persie relançar o United na eliminatória de penalty, à passagem do minuto 25 da segunda mão. O holandês igualou a eliminatória a dois golos ao bisar em cima do intervalo e, nos derradeiros 45 minutos, converteu de forma espectacular um livre, confirmando mais uma memorável recuperação do United.

Última actualização: 16-12-14 17.55CET

Informação relacionada

Perfis das equipas

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