Treinadores reagem a triunfo sueco

"É como defrontar uma equipa com Cristiano Ronaldo ou Lionel Messi", lamentou Jorge Vilda, seleccionador da Espanha, após os "diamantes lapidados" da Suécia vencerem a final.

Suécia vence Campeonato da Europa Feminino Sub-19 da UEFA pela segunda vez
Stina Blackstenius quebra o recorde da temporada do EURO Feminino Sub-19 EURO, elevando para 20 golos a sua conta pessoal em 2014/15
Sandra Hernández devolve a esperança à Espanha ao fazer o 2-1 a dez minutos do fim
Jogo em Netanya teve uma assistência de 7.230 espectadores, um recorde na final desta competição
• Primeiro título da Suécia aconteceu em 2012, também frente à Espanha, que era orientada por Ángel Vilda, pai de Jorge

Calle Barrling, seleccionador da Suécia
As raparigas estão encantadas e trabalharam imenso para conseguir isto. Muitas não estiveram presentes, perdemos a final do EURO Feminino Sub-17 frente à Polónia, em 2013, por isso ganhar esta prova é muito especial para elas. Saímos daqui com três prémios. O título, a presença no Mundial [Sub-20] e a quarta participação consecutiva neste torneio.

Disse que a resistência foi um dos nossos melhores recursos, e hoje isso esteve bem visível. Foi talvez um jogo mais fácil do que a meia-final com a Alemanha, que teve muitas transições. Nesta partida senti que foi possível descansar um pouco mais e, como resultado, controlámos melhor os acontecimentos.

É um prazer trabalhar com estas jovens, e estou muito grato aos seus clubes, já que se desenvolveram e melhoraram de diversas formas, também devido ao trabalho árduo nos seus clubes. São todas diamantes; eu limitei-me a poli-las.

©IFA

Jorge Vilda, seleccionador da Espanha
Gostaria de felicitar a Suécia. É uma grande equipa e tem uma grande jogadora que fez toda a diferença. É bastante complicado defrontar alguém assim. É como enfrentar uma equipa que tenha Cristiano Ronaldo ou Lionel Messi – quando são assim tão melhores do que a concorrência, é difícil contrariá-las.

Sabíamos que a No9 podia causar estragos por isso tentámos controlar o jogo bem cedo e ter muita posse de bola. Também sabíamos que se a Suécia marcasse primeiro, a tarefa ia tornar-se muito difícil. Talvez estivéssemos um pouco debilitados após o esforço feito frente à França, nas meias-finais, mas mesmo após estar em desvantagem lutámos e marcámos um golo. Estou muito orgulhoso delas.

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