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Rubensson apura Suécia para a final

Dinamarca 1-3 Suécia
Elin Rubensson mostrou-se em excelente forma ao marcar por duas vezes e ao assegurar o apuramento da Suécia.

Elin Rubensson é felicitada pelas companheiras de equipa após ter adiantado a Suécia no marcador
Elin Rubensson é felicitada pelas companheiras de equipa após ter adiantado a Suécia no marcador ©Sportsfile

A Suécia apurou-se para a sua primeira final do Campeonato da Europa de Sub-19 feminino em três anos, após um bis de Elin Rubensson na primeira parte ter ajudado ao triunfo da equipa de Calle Barrling frente à Dinamarca.

O jogo tinha apenas seis minutos decorridos quando Rubensson abriu o activo. Depois, a prolífica dianteira apontou o quinto golo em três partidas através de um notável livre directo, a meio da primeira parte. A Dinamarca, no entanto, não se rendeu e assegurou um final bastante emotivo quando Karoline Smidt Nielsen reduziu a diferença. Um autogolo de Stine Pedersen, já em período de descontos, terminaria, contudo, com as esperanças dinamarquesas.

A equipa de Søren Randa-Boldt começou por dar excelente conta de si, mantendo tudo bastante simples. Isso aconteceu até que, num lapso momentâneo, ofereceu a posse da bola a Rubensson, com esta a escapar-se pelo meio e a colocar a bola sob o corpo de Maria Christensen. Foi uma finalização plena de classe. Surpreendida, mas não perturbada, a Dinamarca esteve a centímetros de restabelecer a igualdade, quando o forte remate de Christina Bovbjerg embateu com estrondo num poste.

A acção mudava de áreas a uma frenética velocidade e a sorte acabou por sorrir à Suécia. O seu devastador contra-ataque já havia causado duas "vítimas" e a Dinamarca seria a próxima. Jonna Andersson foi a derradeira beneficiária, mas rematou ao lado, após cruzamento de Pauline Hammarlund, quando tinha a baliza à sua mercê. A Suécia tinha mudado da defesa para o ataque com uma eficácia clínica e a irrepreensível Rubensson cobrou com mestria um livre directo sem possibilidade de defesa para Christensen, que bem se esticara.

O ónus estava agora do lado da Dinamarca e estas regressaram do intervalo com um renovado vigor. Smidt Nielsen tentou capitalizar e obrigou Jessica Höglander a sacudir o seu perigoso disparo. Evidentemente enervada, a guarda-redes deixou escapar o cruzamento de Bovbjerg pouco depois e Smidt Nielsen aproveitou o erro para reduzir a desvantagem, quando estavam decorridos 61 minutos. A equipa de vermelho parecia uma sombra de si própria e a marcadora do seu golo liderava a tentativa de recuperação, obrigando Höglander a aparatosas defesas consecutivas.

Barrling mostrou alguma ansiedade no banco, enquanto a sua equipa recuava no terreno. Seguiu-se, entretanto, um momento de alívio, com Malin Diaz a ligar bem com Rubensson antes de o cruzamento de Diaz ter sido desviado ligeiramente ao lado por Mie Jans. A Dinamarca recuperou o controlo do jogo e só algumas intervenções quase em desespero de causa da parte da capitã Amanda Ilestedt evitaram que a dinâmica Camilla Andersen que se isolasse.

Randa-Boldt exortou a sua equipa a avançar no terreno, mas a sua paixão acabou por ser em vão. A Suécia puniria a Dinamarca com um já típico contra-ataque. Therése Boström acercou-se da linha final e cruzou para a área, onde uma infeliz Pedersen desviou a bola para as próprias redes, terminando ingloriamente a notável caminhada da sua equipa na fase final.

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