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Portugal apurado apesar da derrota com Dinamarca

Portugal 0-1 Dinamarca
Camilla Andersen deixou a Dinamarca 100 por cento vitoriosa no Grupo A, mas não impediu Portugal de fazer história e apurar-se para as meias-finais.

Camilla Andersen marcou o golo da vitória sobre Portugal, de grande penalidade.
Camilla Andersen marcou o golo da vitória sobre Portugal, de grande penalidade. ©Sportsfile

A Dinamarca terminou o Grupo A com o máximo de pontos, depois de uma grande penalidade batida com confiança por Camilla Andersen ter dado a vitória por 1-0 sobre Portugal, que também garantiu, na sua primeira presença numa fase final, um lugar nas meias-finais.

Líder antes do início do encontro, a Dinamarca tinha já a meia-final assegurada, enquanto Portugal precisava de um ponto para também o conseguir. As dinamarquesas foram melhores e marcaram a 15 minutos do final, por Andersen, da marca dos 11 metros. Apesar de derrotada, a equipa de José Paisana seguiu em frente pois a Turquia não foi além de um empate ante a Roménia.

O jogo começou da melhor maneira, com ambas as equipas a entrarem com velocidade, em busca do golo. A Dinamarca mostrou rapidamente que não queria facilitar e pegou no jogo. A extremo Christina Bovbjerg destacava-se e, numa das suas incursões, o centro encontrou Andersen, cujo forte remate foi desviado para canto por Bárbara Santos. As comandadas de Søren Randa-Boldt estava mais fortes e pressionavam, remetendo a defesa de Portugal para zonas cada vez mais recuadas do terreno.

Vanessa Malho respondeu pelas portuguesas, com o seu remate traiçoeiro a obrigar a defesa atenta para canto. Jéssica Silva foi a seguinte a ameaçar, depois de um lance à linha final, cujo cruzamento cruzou perigosamente a linha de golo. A pressão acalmou, mas voltou rapidamente quando Andersen levou a melhor sobre a defesa lusa e o seu chapéu bateu a guardiã portuguesa antes de ser salvo em cima da linha de golo.

A Dinamarca voltou do intervalo na mesma toada e tentou trocar as voltas à defesa de Portugal com o jogo pelas alas. Karoline Nielsen destacava-se, mas o seu centro rasteiro seria interceptado na hora certa, pois Andersen estava à espera para finalizar. A atacante, autora de dez golos na fase de qualificação, seria chamada ao jogo pouco depois, obrigando Bárbara Santos a defender com a ponta dos dedos. A Dinamarca estava dominadora e a “playmaker” Julie Jensen ditava as regras a meio-campo.

Os ataques de Portugal eram esporádicos, mas quando não tinha a bola estava a conseguir impedir os intentos do adversário até à altura em que Mónica Mendes, num lance infeliz, meteu a mão à bola e cometeu grande penalidade, convertida depois por Andersen com competência. Mélissa Gomes quase fez o empate, mas o seu remate seria defendido por Maria Christensen, assistindo-se depois após o apito final a cenas de enorme festa no relvado.

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