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Antevisão das meias-finais do Europeu Feminino de Sub-17

A Itália defronta a Alemanha e a Inglaterra mede forças com a Espanha nas meias-finais: o UEFA.com falou com jogadoras das quatro equipas à procura de lugar na final.

Michaela Specht, da Alemanha, fala ao UEFA.com
Michaela Specht, da Alemanha, fala ao UEFA.com ©Sportsfile

As quatro selecções que ainda resistem no Campeonato da Europa Feminino de Sub-17 estão prontas para as meias-finais, com a Itália a enfrentar esta quinta-feira a Alemanha em Chesterfield, num encontro que será transmitido pela Eurosport, antes de a anfitriã Inglaterra medir forças com Espanha em Burton-upon-Trent.

Para além de decidirem quem estará na final de domingo, em Chesterfield, estes embates permitirão aos respectivos vencedores garantirem, desde, já a presença, em Março, no Campeonato do Mundo Feminino de Sub-17, sendo depois a última vaga europeia na competição preenchida pelo vencedor do encontro de atribuição do terceiro lugar, entre os dois derrotados das meias-finais desta quinta-feira. Com tanto em jogo, uma futebolista - a inglesa Leah Williamson – resumiu tudo o que este torneio significa para as jogadoras em prova, descrevendo a meia-final frente à Espanha como o jogo da sua vida.

A centrocampista do Arsenal LFC afirmou ao UEFA.com: "Mal posso esperar. Vai ser o maior jogo que disputei em toda a minha vida". Para Williamson, todo o evento tem sido uma experiência para mais tarde recordar.

"À entrada para a prova todos me diziam 'desfruta', só que eu pensava que ia estar tão nervosa que nem sequer ia conseguir aproveitar ao máximo. Mas tem sido fantástico. Tem sido tudo extremamente profissional, não só a nível do futebol jogado, mas também em tudo o que está à nossa volta", acrescentou.

Seja o que for que as meias-finais reservem, o torneio constitui já uma preciosa experiência de aprendizagem, de acordo com a defesa espanhola Núria Garrote, que afirmou: "Experiências como esta tornam-nos melhores jogadoras e fazem-nos ter vontade de nos desenvolvermos ainda mais. E melhoramos também como equipa, percebendo melhor o que fazer em cada momento do jogo".

Para já, naturalmente, as quatro selecções sonham em ir ainda mais além e chegar ao título, como o comprova o discurso da alemã Michaela Specht: "Tentamos sempre representar o nosso país o melhor que pudermos e dar o nosso máximo. Temos o objectivo de chegar o mais longe possível e, se possível, conquistar o título de campeãs da Europa, pelo qual vamos dar tudo o que temos".

Se a Alemanha venceu as três anteriores edições da prova, a Itália nunca antes tinha chegado tão longe na competição. A defesa Lisa Boattin afirmou: "Este é já um enorme feito para nós, sobretudo se levarmos em linha de conta que durante muitos anos a Itália não se qualificou sequer para a fase final. Por isso, chegar às meias-finais, ainda para mais como vencedoras do nosso grupo, deixa-nos extremamente orgulhosas".

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