O UEFA.com funciona melhor noutros browsers
Para a melhor experiência possível recomendamos a utilização do Chrome, Firefox ou Microsoft Edge.

Kellermann feliz, Gustavsson orgulhoso

Ralf Kellermann, treinador do Wolfsburgo, não escondeu a alegria por vencer novamente a competição, enquanto Tony Gustavsson disse ter orgulho das jogadoras do Tyresö.

Kellermann feliz, Gustavsson orgulhoso
Kellermann feliz, Gustavsson orgulhoso ©UEFA.com

O VfL Wolfsburg revalidou o título da UEFA Women's Champions League, ao vencer na final o Tyresö FF, por 4-3, com o treinador Ralf Kellermann a exultar com nova vitória na competição. O técnico do Tyresö, Tony Gustavsson, lamentou a derrota mas revelou orgulho nas suas jogadoras.

Ralf Kellermann, treinador do Wolfsburgo
Na primeira parte não estivemos bem mas mesmo assim criámos algumas oportunidades de golo. No intervalo estávamos a perder por 2-0 mas acreditámos sempre que poderíamos dar a volta aos acontecimentos, o que acabou por acontecer. No segundo tempo conseguimos chegar ao 2-1 e mesmo quando estivemos a perder por 3-2 sabíamos que tínhamos capacidade para dar a volta.

Sou um treinador feliz. As jogadoras foram fantásticas e não tenho palavras para agradecer ao grupo de trabalho. Neste clube temos o apoio necessário para o sucesso. O clube e a cidade reúnem-se em torno desta equipa e isso é muito bom. Tem crescido muito e queremos continuar neste caminho. Queremos defender o título, sabendo que não será fácil, já que há outras equipas muito boas e também a melhorar. Agora vamos festejar e descansar. Só depois pensaremos no campeonato.

Tony Gustavsson, treinador do Tyresö
Estas são duas equipas que atacam muito bem e já suspeitava que fossem marcados vários golos. É sempre duro perder uma final, mas as jogadoras deixaram tudo em campo e estou orgulhoso do seu desempenho. Defrontámos uma grande equipa e foi uma final fantástica.

Na primeira parte fomos uma formação destemida e saímos a vencer com toda a justiça. No segundo tempo já sabíamos que o Wolfsburgo ia entrar com tudo e acusámos um pouco o 2-1. Ainda conseguimos voltar ao jogo mas acabámos por não conseguir o nosso objectivo.

A Marta continua a ser a melhor do Mundo na minha opinião. Foi graças a ela que estivemos perto de fazer história esta noite. Ela nem está a cem por cento e ainda assim é fantástica. É um orgulho poder trabalhar com uma jogadora como ela.