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Luiz Adriano cumpre sonho

Luiz Adriano admitiu que o seu golo na final da Taça UEFA foi "um daqueles com que se sonha sempre", após ter liderado uma frente de ataque de cinco brasileiros que mostrou ser demasido forte para o Bremen.

Luiz Adriano (nº 17) lidera os festejos do Shakhtar
Luiz Adriano (nº 17) lidera os festejos do Shakhtar ©Getty Images

Luiz Adriano admitiu que o seu golo no triunfo do FC Shakhtar Donetsk na final da Taça UEFA foi "um daqueles com que se sonha sempre", isto após ter liderado uma frente de ataque de cinco brasileiros que mostrou ser demasiado forte para o Werder Bremen.

"Marco pessoal"
Luiz Adriano é reconhecidamente alguém que demora a arrancar. Dos 13 golos que marcara pelos "mineiros" antes da final de Istambul, apenas um surgira na primeira meia-hora. O jogador de 22 anos tem a tendência de demorar a encontrar a pontaria, antes de acabar em grande. Parecia seguir-se o habitual quando desperdiçou uma ocasião logo no início, mas acertou as contas aos 25 minutos, quando Ilsinho chocou com o árbitro Luis Medina Cantalejo, quando se preparava para receber um passe de Răzvan Raţ. A bola sobrou para Luiz Adriano, que aproveitou a ocasião, correndo em direcção à baliza e fazendo um "chapéu" a Tim Wiese, que entretanto abandonara os postes. "O meu golo foi muito importante", disse o nº 17 do Shakhtar. "Mostrou que tínhamos vindo para jogar e para levar a taça para casa. Foi um marco para mim e para a minha carreira, assim como para o clube e para os companheiros de equipa que me ajudaram a chegar a este nível".

Mistura perfeita
Contudo, as coisas não se ficaram por aí. Naldo empatou na transformação de um livre apenas dez minutos depois e, apesar das constantes movimentações do ataque brasileiro do Shakhtar, composto por Luiz Adriano, Jádson, Ilsinho, Willian e Fernandinho durante todo o encontro, só aos 97 minutos é que Jadson assegurou a primeira prova europeia à Ucrânia enquanto país independente. "É especial. O clube nunca havia chegado a uma final da Taça UEFA ou UEFA Champions League, pelo que não sei bem descrever as grandes emoções que eu e os meus companheiros estamos a experimentar nesta altura. Jogam cinco brasileiros no Shakhtar, pelo que é como se fosse uma família, mas os ucranianos também fazem parte dela e a mistura teve a sua recompensa. É um grande título e todos andam por aí a festejar à grande".

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