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Milan incapaz de travar a Juventus

"É preciso um tanque de guerra para bater a Juventus", disse o treinador do Milan, Clarence Seedorf, após a derrota por 2-0, enquanto a equipa de Turim recusa entrar em euforia.

Carlos Tévez festeja após marcar, em San Siro, o seu 14º golo da temporada na Serie A
Carlos Tévez festeja após marcar, em San Siro, o seu 14º golo da temporada na Serie A ©Getty Images

Líder destacada da Serie A, a Juventus terminou uma semana complicada com um triunfo por 2-0 no terreno do AC Milan, este domingo, depois de a meio da semana ter ido à Turquia bater o Trabzonspor AŞ pelo mesmo resultado, nos 16 avos-de-final da UEFA Europa League.

A formação milanesa, agora treinada por Clarence Seedorf, até dominou os primeiros 45 minutos, mas os homens de Turim inauguraram o marcador logo no arranque do segundo tempo, por intermédio de Fernando Llorente, antes de elevarem a contagem com o 14º golo de Carlos Tévez na prova. "É preciso um tanque de guerra para bater esta Juve", reconheceu Seedorf.

O potente remate de Tévez que deu origem ao segundo golo recebe rasgados elogios por parte do guarda-redes e capitão Gianluigi Buffon: "O seu golo foi extraordinário e não foi o primeiro que marcou assim." O avançado argentino, de 30 anos, é agora um dos melhores marcadores da presente edição da Serie A e o Milan estará, certamente, a lamentar não o ter contratado quando, em Janeiro de 2012, esteve perto de o fazer.

"Não foi fácil", reconheceu, ainda assim, Antonio Conte, treinador da Juventus. "O Milan jogou com entusiasmo e velocidade na primeira parte, criando-nos alguns problemas. Mas mudámos um pouco a nossa táctica ao intervalo e o Llorente marcou logo no arranque do segundo tempo. Muitos podem achar que o Milan já não é tão forte como no passado, mas o facto é que nunca é fácil defrontá-lo em San Siro."

Com a segunda classificada, AS Roma, agora a 11 pontos de distância, ainda que com o jogo a menos, depois de não ter ido além de um nulo diante do FC Internazionale Milano, e com o SSC Napoli seis pontos ainda mais atrás, poucos vêem a Juventus deixar escapar o seu terceiro título consecutivo. "Claro que 11 pontos são uma boa vantagem, mas não podemos subestimar a Roma, sobretudo porque nós ainda estamos nas competições europeias e eles não, o que mais tarde ou mais cedo nos poderá trazer problemas físicos", alertou Buffon.

É algo que também preocupa Conte: "As coisas estão a correr bem, mas temos jogadores que praticamente não tiveram ainda oportunidade de descansar, como [Leonardo] Bonucci ou [Paul] Pogba. Temos 11 pontos de vantagem, mas temos de estar alerta."

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