Destino No31 para o Congresso da UEFA
terça-feira, 23 de março de 2010
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A realização do Congresso da UEFA, em Telavive, reflecte a natureza dinâmica do futebol europeu e o papel vital desempenhada por cada federação filiada da UEFA, diz o Presidente do organismo, Michel Platini.
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Telavive, em Israel, vai ser a 31ª cidade a acolher um Congresso da UEFA, quando receber a família do futebol europeu esta quinta-feira – enfatizando o papel desempenhado por cada uma das 53 federações filiadas da UEFA em assegurar que a modalidade na Europa decorre dentro da normalidade.
No seu editorial da edição de Março da uefadirect, publicação oficial da UEFA, Michel Platini, Presidente da UEFA, diz que com a realização do Congresso e da reunião do Comité Executivo em Telavive, a Federação Israelita de Futebol (IFA) vai poder mostrar as suas qualidades como anfitriã e organizadora.
"Desde o seu início, a UEFA optou por variar na escolha dos locais onde se realizam os congressos, visitando os países de cada federação filiada à vez", afirmou o Presidente da UEFA. "Assim, e desde 1955, 30 cidades acolheram a reunião geral do organismo que tutela o futebol europeu".
"De uma perspectiva meramente operacional, seria com certeza mais fácil reunir os delegados de cada federação no mesmo local, todos os anos", acrescentou.
"Mas mudar de cidade tem as suas próprias vantagens: permite às federações anfitriãs contribuírem activamente para um dos maiores eventos da UEFA e dá a oportunidade de mostrarem os respectivos conhecimentos organizacionais, à medida que elevam o estatuto do seu país e o prestígio entre os delegados das outras federações".
"Para os próprios delegados, estes congressos em diferentes locais oferecem experiências culturais enriquecedoras, bem como a oportunidade de verem como outras federações trabalham".
Os Congressos da UEFA realizam-se agora anualmente, dado o número crescente de actividades levadas a cabo pelo organismo europeu, e Platini realçou o factor unificador envolvido na realização de Congressos da UEFA por todo o continente.
"Mudar de cidade também reflecte o cariz dinâmico do futebol europeu, sempre pronto para responder a novos desafios e adaptar-se às constantes mudanças", disse. "É também uma forma de reforçar a união da nossa confederação, relembrando aos nossos membros que todos eles têm um papel a desempenhar e são igualmente importantes para que esta organização efectue o seu trabalho normalmente".