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López revela plano da Espanha para a vitória

Pedro López explicou como a Espanha conseguiu suplantar a Suíça logo nos minutos iniciais da final, enquanto para Monica Di Fonzo o nervosismo traiu a sua equipa.

O seleccionador da Espanha, Pedro López, com o troféu do Campeonato da Europa Feminino de Sub-17 da UEFA
O seleccionador da Espanha, Pedro López, com o troféu do Campeonato da Europa Feminino de Sub-17 da UEFA ©Sportsfile

Pedro López, seleccionador da Espanha
Tínhamos de ter as jogadoras preparadas depois da fantástica meia-final contra a França. Analisámos a Suíça e vimos uma equipa que joga de uma maneira semelhante à nossa. Gostam de pressionar, de atacar, têm jogadoras rápidas na frente e começam o processo de construção atrás, a partir da guarda-redes. Como jogamos da mesma maneira, tentámos certificar-nos que as meninas também o percebessem e isso viu-se na primeira parte. Aí a nossa qualidade fez a diferença e o nosso plano resultou. Ficámos cedo em vantagem e isso marcou o jogo. Sabíamos que não poderíamos deixar para mais tarde, pois a Suíça mostrou que é muito forte fisicamente, com muita confiança no final dos jogos. Por isso entrámos fortes, a pressionar a guarda-redes, logo no início da saída de bola. Tentámos ter a iniciativa, criámos ocasiões e depois, na segunda parte - por estarmos a falar de jovens jogadoras, porque era uma final e devido ao cansaço - o jogo tornou-se algo louco.

Monica Di Fonzo, seleccionadora da Suíça
Esperava que a Espanha jogasse bem tacticamente pois vi todos os seus jogos na prova quando estudei o adversário. Estávamos a jogar a primeira final e não estivemos muito mal, mas a Espanha foi melhor tecnicamente e mais rápida. Planeámos ser compactas na defesa e apostar em rápidos contra-ataques com as nossas rápidas avançadas. Foi duro para nós depois da Espanha ter marcado o segundo golo, mas a minha equipa reagiu bem na segunda parte. Provavelmente já foi demasiado tarde, mas foi muito importante que tenhamos tentado marcar golos. Depois da vitória sobre a campeã em título Alemanha, era claro que entrámos nervosas – muito mais que no jogo anterior pois não havia tanta pressão. Esta foi a primeira vez que o futebol suíço esteve numa final, o que já foi um feito muito bom. Se calhar vamos melhorar ainda mais depois desta final e vencer o próximo torneio.

Lucia Garcia, avançada da Espanha
Foi muito bom e estamos muito felizes. Esta prova ajudou-me a crescer muito – ajudou-me a crescer como jogador e como pessoa. Trabalho, perseverança, fazer bem todos os dias, muita intensidade e dedicação – tudo isto foi decisivo para nós. O nosso treinador tem feito um grande trabalho, estamos muito satisfeitas por o ter connosco.

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