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Angerer emocionada nos festejos germânicos

Publicado: Domingo, 28 de Julho de 2013, 20.12CET
"Ainda não assimilei bem o que acabámos de alcançar", disse a guarda-redes da Alemanha, Nadine Angerer, uma das figuras da partida, que "merece toda a atenção", segundo Anja Mittag.
por Markus Juchem
de Friends Arena
 

Fotografias

  • Lieke Martens (Netherlands)
  • Vivianne Miedema (Netherlands)
  • Sherida Spitse (Netherlands)
  • Desiree van Lunteren (Netherlands)
Publicado: Domingo, 28 de Julho de 2013, 20.12CET

Angerer emocionada nos festejos germânicos

"Ainda não assimilei bem o que acabámos de alcançar", disse a guarda-redes da Alemanha, Nadine Angerer, uma das figuras da partida, que "merece toda a atenção", segundo Anja Mittag.

Nadine Angerer, guarda-redes da Alemanha
É a primeira vez que tal me aconteceu. Como é óbvio, estou muito feliz e hoje as coisas foram simplesmente fantásticas.

Estava muito nervosa e neste momento estou exausta, porque ainda não assimilei bem o que alcançámos. Mas deu para ver que somos uma 'turniermannschaft' (equipa de torneio): lutámos contra as dificuldades e melhorámos na altura certa. Hoje havia muita energia e nervosismo. Mais uma vez, foi uma fantástica exibição colectiva.

A partir dos 85 ou 87 minutos passei a olhar constantemente para o relógio, e não imaginam o quanto seis, sete ou oito minutos podem ser longos. Pensava que nunca mais acabava.

O ponto de viragem foi quando nos reunimos e concordámos que as coisas não podiam continuar assim, como na fase de grupos.

Anja Mittag, autora do golo da Alemanha
Foi simplesmente louco. Quando a 'Natze' [Angerer] defendeu o primeiro penalty, na primeira parte, e depois outro, na segunda, foi algo incrível. Que guarda-redes defende dois penalties numa final? Ela merece toda a atenção – é notável o que ela fez por nós hoje.

Pode parecer estranho, mas quando a árbitra assinalou o segundo penalty, eu acreditei plenamente que a Natze ia defender. Felizmente, não me enganei.

Penso que todas as outras equipas nos odeiam, mas que interessa? Aparentemente, não é assim tão fácil vencerem-nos, e é por isso que merecemos estar no topo. Penso que a chave para ganhar este torneio foi a derrota com a Noruega, depois o jogo com a Itália, e especialmente a partida com a Suécia, onde provámos que não vacilámos quando é a doer. Fomos uma equipa compacta, com muita vontade de vencer e bastante disciplina. Trabalhámos arduamente e tivemos que lutar contra as adversidades, mas conseguimos superar tudo isso.

Última actualização: 04-09-13 22.43CET

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