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Sete jogadoras europeias com 200 jogos pela selecção

Sete jogadoras europeias somaram 200 ou mais internacionalizações pelos seus países.

Nenhum jogador alcançou 200 jogos numa selecção sénior, mas mais de 20 jogadoras, incluindo sete europeias, alcançaram esta marca e a capitã dos Países Baixos, Sherida Spitse, foi a mais recente a consegui-lo, no dia 24 de Junho de 2022.

Saudamos as sete duplamente centenárias, lideradas por Caroline Seger, que bateu o antigo recorde europeu de 214 de Birgit Prinz e Therese Sjögran em 2021. 

232: Caroline Seger (Suécia)

Única europeia no activo com mais de 200 jogos, a centrocampista chegou aos 214 a 10 de Junho de 2021 na vitória amigável por 1-0 sobre a Noruega e bateu o recorde cinco dias depois contra a Austrália. Seger melhorou essa marca nos Jogos Olímpicos, onde, tal como em 2016, a Suécia conquistou a prata. Estreou-se pela Suécia em 2005, tendo participado no primeiro de cinco EUROs no final desse ano. Durante esse quinto Women's EURO 2022, passou para o top dez de todos os tempos com a atleta com mais internacionalizações.

214: Birgit Prinz (Alemanha)

Veja o golo fantástico de Prinz pela Alemanha em 2001

A antiga recordista europeia com mais jogos (em igualdade) também tem o recorde de golos, 128, numa carreira que conta com a conquista de dois Campeonatos do Mundo da FIFA, cinco EUROs da UEFA e duas medalhas olímpicas de bronze. A dianteira e jogadora do torneio no Mundial de 2003, a atacante Prinz, foi a figura principal da selecção alemã que dominou a Europa, tendo assinalado a estreia em 1994 até se retirar em 2011. É agora psicóloga desportiva do TSG Hoffenheim. 

214: Therese Sjögran (Suécia)

Sjögran terminou o Campeonato do Mundo de 2015 igualando o recorde de internacionalizações de Prinz na Europa. A centrocampista participou em 11 grandes torneios, mas perdeu duas vezes em finais épicas para a Alemanha de Prinz, no EURO Feminino de 2001 e no Campeonato do Mundo de 2003, numa equipa fantástica com Sjögran a comandar. É directora desportiva do FC Rosengård, clube pelo qual jogava a sua boa amiga Seger quando superou a marca de Sjögran.

210: Katrine Pedersen (Dinamarca)

Katrine Pedersen
Katrine PedersenGetty Images

A defesa, que também actuou no meio-campo, tem uma carreira internacional que se estendeu de 1994 a 2013, quando se retirou devido à gravidez. A sua carreira no clube levou-a para a Inglaterra, Noruega, Suécia e Austrália, enquanto pela Dinamarca jogou em sete grandes torneios, tendo participado no seu primeiro Campeonato do Mundo em 1995, com 18 anos. Hoje é professora. 

205: Sherida Spitse (Países Baixos)

Spitse estreou-se pelos Países Baixos a 31 de Agosto de 2006, diante de Inglaterra, em Londres e, quase 16 anos depois, chegou aos 200 jogos contra o mesmo país, em Leeds. O ponto alto da carreira internacional da médio foi a vitória na final do UEFA Women's EURO 2017 em Enschede, quando liderou os anfitriões com a capitã Mandy van den Berg no banco e marcou de livre na vitória por 4-2, num jogo em que Spitse foi eleita melhor em campo. Também ajudou os Países Baixos a chegar à final do Campeonato do Mundo Feminino de 2019 e, depois de ter falhado os Jogos Olímpicos de 2021 devido a lesão, está agora a disputar o seu sexto grande torneio.

Sherida Spitse  durante o jogo 200 pelos Países Baixos
Sherida Spitse durante o jogo 200 pelos Países BaixosGetty Images

204: Patrizia Panico (Itália)

Como Prinz (além de Julie Fleeting, da Escócia, e Carolina Morace, de Itália), Panico encerrou a sua carreira com mais de 100 golos internacionais e, após a sua retirada em 2014, 18 anos após a estreia, parecia estranho não vê-la na frente de ataque – e a marcar – pela selecção italiana. Em 2018 tornou-se treinadora da selecção masculina italiana de Sub-15.

203: Gemma Fay (Escócia)

A guarda-redes com maior número de internacionalizações, a nível masculino ou feminino, de todos os tempos, contou com uma carreira internacional de 1998 a 2017. Nesse período, a Escócia passou de uma selecção modesta a uma equipa que chegou a um torneio principal no UEFA Women's EURO 2017, onde Fay ganhou as últimas três partidas pela selecção. É agora uma figura destacada na federação escocesa de râguebi feminina.