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Seger recordista: As seis jogadoras europeias com 200 internacionalizações

Caroline Seger ultrapassou Birgit Prinz e Therese Sjögran na lista das seis jogadoras europeias com 200 ou mais desafios pelas selecções.

Nenhum jogador alcançou 200 internacionalizações seniores a nível internacional, mas mais de 20 jogadoras, incluindo seis europeias, alcançaram esta marca.

Saudamos as seis atletas que fizeram história depois de Caroline Seger ultrapassar o antigo recorde europeu que era de 214 jogos e pertencia a Birgit Prinz e Therese Sjögran.

218: Caroline Seger (Suécia)

A única europeia no activo com mais de 200 jogos, a centrocampista chegou aos 214 a 10 de Junho de 2021 na vitória amigável por 1-0 sobre a Noruega e bateu o recorde cinco dias depois contra a Austrália. Seger estreou-se pela Suécia em 2005, tendo participado no primeiro de quatro EUROs (até agora) no final desse ano. Uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 2016 e dois terceiros lugares no Campeonato do Mundo são apenas algumas das recompensas que o talento de Seger lhe trouxe. Soma 12 participações em grandes torneios internacionais, incluindo nos Jogos Olímpicos a decorrerem em Tóquio, e pode também continuar a amealhar internacionalizações em Julho do próximo ano no UEFA Women’s EURO 2021.

214: Birgit Prinz (Alemanha)

Veja o golo fantástico de Prinz pela Alemanha em 2001
Veja o golo fantástico de Prinz pela Alemanha em 2001

A antiga recordista europeia com mais jogos (em igualdade) também tem o recorde de golos, 128, numa carreira que conta com a conquista de dois Campeonatos do Mundo da FIFA, cinco EUROs da UEFA e duas medalhas olímpicas de bronze. A dianteira e jogadora do torneio no Mundial de 2003, a atacante Prinz, foi a figura principal da selecção alemã que dominou a Europa, tendo assinalado a estreia em 1994 até se retirar em 2011. É agora psicóloga desportiva do TSG Hoffenheim.

214: Therese Sjögran (Suécia)

Sjögran terminou o Campeonato do Mundo de 2015 igualando o recorde de internacionalizações de Prinz na Europa. A centrocampista participou em 11 grandes torneios, mas perdeu duas vezes em finais épicas para a Alemanha de Prinz, no EURO Feminino de 2001 e no Campeonato do Mundo de 2003, numa equipa fantástica com Sjögran a comandar. É directora desportiva do FC Rosengård, clube pelo qual jogava a sua boa amiga Seger quando superou a marca de Sjögran.

210: Katrine Pedersen (Dinamarca)

Katrine Pedersen
Katrine PedersenGetty Images

A defesa, que também actuou no meio-campo, tem uma carreira internacional que se estendeu de 1994 a 2013, quando se retirou devido à gravidez. A sua carreira no clube levou-a para a Inglaterra, Noruega, Suécia e Austrália, enquanto pela Dinamarca jogou em sete grandes torneios, tendo participado no seu primeiro Campeonato do Mundo em 1995, com 18 anos. Hoje é professora.

204: Patrizia Panico (Itália)

Como Prinz (além de Julie Fleeting, da Escócia, e Carolina Morace, de Itália), Panico encerrou a sua carreira com mais de 100 golos internacionais e, após a sua retirada em 2014, 18 anos após a estreia, parecia estranho não vê-la na frente de ataque - e a marcar - pela selecção italiana. Em 2018 tornou-se treinadora da seleção masculina italiana de Sub-15.

203: Gemma Fay (Escócia)

Gemma Fay
Gemma FayGetty Images

A guarda-redes com maior número de internacionalizações, a nível masculino ou feminino, de todos os tempos, contou com uma carreira internacional de 1998 a 2017. Nesse período, a Escócia passou de uma selecção modesta a uma equipa que chegou a um torneio principal no UEFA Women's EURO 2017, onde Fay ganhou as últimas três partidas pela seleção. É agora uma figura destacada na federação escocesa de râguebi feminina.