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Bell encantado com atitude do Frankfurt

"A atitude foi simplesmente fantástica", destacou Colin Bell após o triunfo do Frankfurt sobre o Paris, equipa que "podia ter jogado melhor", segundo Farid Benstiti.

Veja o resumo da final da UEFA Women’s Champions League de 2015 ganha pelo Frankfurt frente ao Paris na quarta vitória das alemãs, registo recorde, na competição.
See how Frankfurt won the final

Colin Bell, treinador do Frankfurt, elogia a actuação táctica das suas jogadoras após o triunfo por 2-1 na final
"A atitude foi simplesmente fantástica", afirma o técnico inglês ao UEFA.com
Farid Benstiti satisfeito com a segunda parte da sua equipa, mas desolado com o golo ao cair do pano, que ditou a derrota das parisienses

Colin Bell, treinador do Frankfurt
Mal posso acreditar! É um autêntico sonho ser o primeiro inglês a conseguir este feito [guiar uma equipa à vitória na UEFA Champions League, masculina ou feminina]. É incrível! Quero agradecer a Deus este êxito.

Fomos tacticamente muito fortes, soubemos controlar o jogo, estivemos bem no meio-campo – tínhamos mais uma jogadora no centro do terreno e tirámos proveito disso. Soubemos criar perigo na frente, com a Célia [Šašić] e a Ana [Maria Crnogorčević] – foi uma grande actuação colectiva. Garantimos que o Paris não conseguia assumir o jogo e não permitimos que elas fizessem a bola chegar à [Marie-Laure] Delie. As outras jogadoras mais perigosas, [Shirley] Cruz e [Fatmire] Alushi, conseguimos travá-las sempre bem e depressa. Estivemos, de facto, muito bem tacticamente e a nossa atitude foi simplesmente fantástica – jogámos com uma força de vontade incrível.

Farid Benstiti, treinador do Paris
A primeira parte não nos correu muito bem. As minhas jogadoras tardaram a entrar verdadeiramente no jogo e, com isso, perdemos tempo. Na segunda parte melhorámos, estivemos mais fortes e acreditava que íamos conseguir ir ainda mais além, mas as nossas adversárias acabaram por marcar em cima do minuto 90. Foi duro.

Na primeira parte foi evidente que a nossa experiência colectiva na Champions League era escassa. Não creio que tenhamos jogado tão bem quanto podíamos, apesar de termos estado melhor no segundo tempo. Acredito que podíamos chegar à vitória se elas não tivessem marcado, mas as coisas acabaram por não correr assim.