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Gonçalo Paciência satisfeito e ambicioso

Gonçalo Paciência quer "continuar a ajudar" a selecção portuguesa, isto depois de ter sido lançado na segunda parte do jogo frente à Itália, que terminou com um empate a zero.

Gonçalo Paciência durante um treino da selecção portuguesa de Sub-21
Gonçalo Paciência durante um treino da selecção portuguesa de Sub-21 ©Sportsfile

Gonçalo Paciência quer "continuar a ajudar" a selecção portuguesa presente no Campeonato da Europa de Sub-21, isto depois de ter sido lançado na segunda parte do jogo frente à Itália, que terminou com um empate a zero.

O avançado do FC Porto rendeu Rafa Silva aos 54 minutos e desempenhou um papel importante na subida de rendimento da equipa comandada por Rui Jorge, que tinha sentido grandes dificuldades na etapa inicial do encontro disputado no City Stadium, em Uherské Hradište. "Foi uma estreia boa e acho que entrei bem no jogo. Não foi o resultado que queríamos, até porque o nosso objectivo é sempre vencer, mas penso que foi um desfecho justo", referiu o dianteiro de 20 anos de idade.

Portugal tem-se debatido com alguns problemas em anos recentes no que diz respeito à posição de ponta-de-lança, mas Gonçalo acredita que o futuro é risonho nesse particular. "Acho que estão a aparecer pontas-de-lança de qualidade, como por exemplo o André Silva e o Rui Fonte, pelo que na minha opinião o futuro está garantido", prosseguiu.

Rui Jorge já começou a gerir o esforço dos seus jogadores e um possível cansaço na competição motivado pelo espaço de três dias entre cada jogo, mas Gonçalo crê que isso não será um problema para a campanha da equipa na República Checa. "Acho que há sempre cansaço, mas quando estamos numa prova destas e a representar a nossa selecção, então esse cansaço deixa de existir. Todos nós já temos muitos jogos nas pernas, mas tudo se supera nestes momentos", explicou.

A formação portuguesa precisa apenas de um ponto na última jornada do Grupo B para garantir o apuramento para as meias-finais e para os Jogos Olímpicos, mas isso não irá mudar a forma de abordar o embate. "O facto de dependermos apenas de nós próprios para conseguirmos o apuramento não nos dá conforto, mas sim a obrigação de fazermos aquilo que é necessário para atingirmos esse objectivo. Se entrarmos em campo de forma confortável, então de certeza absoluta que as coisas vão correr mal."

A adversária nessa "final", a Suécia, está bem estudada. "Já assistimos a jogos da Suécia e o que posso dizer é que têm jogadores muito fortes do ponto de vista físico e também muito rápidos. Contudo, o que temos de fazer é concentrarmo-nos em nós próprios e em fazer aquilo que temos feito até agora", sentenciou o ponta-de-lança.