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Final inesquecível para Pezzaiuoli

O seleccionador alemão Marco Pezzaiuoli disse que os jogadores "jamais esquecerão" a final, depois da emotiva vitória por 2-1 sobre a Holanda, após prolongamento, num "livre directo fantástico" segundo Albert Stuivenberg.

Final inesquecível para Pezzaiuoli
Final inesquecível para Pezzaiuoli ©UEFA.com

O seleccionador da Alemanha, Marco Pezzaiuoli, disse que "todos os que jogaram este encontro jamais o esquecerão", depois da emotiva vitória por 2-1 sobre a Holanda, após prolongamento, na final do Campeonato da Europa de Sub-17, disputada no Stadion Magdeburg e assistida por uma plateia recorde de 24 mil pessoas. Um livre directo batido pelo suplente Florian Trinks decidiu a partida a três minutos do final do prolongamento, tendo o homólogo holandês Albert Stuivenberg descrito o encontro como uma "final fantástica", apesar da enorme desilusão da sua equipa, que até chegou a estar em vantagem.

Marco Pezzaiuoli, seleccionador da Alemanha 
Primeiro tenho que afirmar que esta final foi uma excelente promoção para o futebol. Ambas as selecções praticaram muito bom futebol. Foi uma prova muito difícil, disputada por oito grandes equipas aqui na Alemanha e a Holanda jogou bem desde o início. Mas a minha equipa esteve incrível. No início, estávamos algo nervosos e a Holanda, jogando muito bem, fez o 1-0, mas tal como no começo da prova contra a Turquia, estivemos também a perder por 1-0 e esta equipa, como sempre, soube dar a volta. Eles nunca querem perder. Tivemos mais sorte do que a Holanda, pois ambas as equipas tiveram muitas oportunidades. Foi um jogo típico das camadas jovens, onde se viram alguns erros defensivos, muitas oportunidades, mas ambas as equipas fizeram um grande torneio.

Todos os que jogaram este encontro jamais o esquecerão. É isto que nós queremos e esperamos que todos possamos aprender com isto. Eles precisam de saber jogar perante tantos espectadores. Como treinadores temos de fazer os jogadores evoluir e penso que isso aconteceu nesta prova. Temos dois jogadores especialistas em livres directos, o Christopher Buchtmann e o Florian Trinks. Ele [Trinks] pratica este tipo de falta a toda a hora e sabemos que ele possui um grande pontapé e teve a sorte de marcar na altura certa.

Albert Stuivenberg, seleccionador da Holanda
Quero começar por dar os parabéns à Alemanha. Ganhou todos os jogos que disputou, logo é a melhor equipa da prova. Quando olho para este jogo sinto orgulho dos meus jogadores. Começámos muito bem e fomos a melhor equipa. Estivemos a ganhar por 1-0 e tivemos uma grande oportunidade para fazer o 2-0, mas a bola foi ao poste. No final da primeira parte estávamos a ter problemas por não estarmos a defender da melhor maneira, em especial no meio-campo. Na segunda parte toda a gente viu o mesmo jogo. Os nossos jogadores trabalharam muito à procura de oportunidades e tivemos algumas, em especial no final da segunda parte, com dois lances de cabeça do Rangelo Janga, penso. A Alemanha também teve algumas oportunidades.

Foi uma grande final do ponto de vista do público, pois tratou-se de uma grande promoção para o futebol juvenil. No prolongamento, muitos jogadores estavam muito, muito cansados. Em especial os nossos porque nos outros encontros tivemos sempre de dar tudo, mas perder com um livre batido a cerca de 30 metros é bastante decepcionante. Como é óbvio, tratou-se de um livre directo fantástico, numa altura em que nós pensámos que a final iria para o desempate por grandes penalidades, onde ambas as equipas teriam 50 por cento de possibilidade. O facto é que no fim nós ficámos sem nada.