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"Irlanda em crescimento" reforça optimismo de O'Neill

Publicado: Segunda-feira, 13 de Junho de 2016, 22.10CET
"Devíamos ter decidido o jogo", lamentou Michael O'Neill, que não deixou de mostrar orgulho nos jogadores da República da Irlanda, enquanto o seleccionador sueco, Eric Hamrén, gostou da reacção da sua equipa.
por Sam Adams & Sujay Dutt
de Stade de France
"Irlanda em crescimento" reforça optimismo de O'Neill
Martin O'Neill está satisfeito por ver os seus jogadores a crescerem a nível internacional ©AFP/Getty Images
SSI Err
Publicado: Segunda-feira, 13 de Junho de 2016, 22.10CET

"Irlanda em crescimento" reforça optimismo de O'Neill

"Devíamos ter decidido o jogo", lamentou Michael O'Neill, que não deixou de mostrar orgulho nos jogadores da República da Irlanda, enquanto o seleccionador sueco, Eric Hamrén, gostou da reacção da sua equipa.

Martin O'Neill, seleccionador da República da Irlanda
Devíamos ter decidido o jogo na primeira parte, mas não conseguimos marcar e só ganhámos a vantagem merecida após o intervalo.

Estes jogadores querem jogar e estão desesperados por jogar, são um excelente grupo para trabalhar. Estamos desiludidos por termos sofrido o empate, mas não posso criticar a exibição dos meus jogadores, foram fantásticos.

Foi um grande golo. O Seamus Coleman trabalhou muito bem e o Wes estava desequilibrado, mas foi uma grande conclusão. Grande golo.

Temos pela frente duas partidas muito, muito difíceis, frente a adversários de grande classe, mas se há uma conclusão a tirar do jogo de hoje é que os jogadores pareciam realizados. Temos ambição, mas estes jogadores ainda estão a crescer a nível internacional.

Wes Hoolahan, médio da República da Irlanda e Melhor em Campo
Foi um boa exibição e estamos ansioso pelo encontro com a Bélgica no sábado. O Seamus esteve brilhante na jogada do golo, foi um grande passe.

Entrámos ao ataque, mas talvez tenhamos acusado alguma fadiga com o decorrer do jogo continuou mas, globalmente, fizemos uma excelente exibição.

Eric Hamrén, seleccionador da Suécia
A República da Irlanda fez um bom trabalho ao perturbar o nosso jogo, colocando dificuldades à nossa defesa, ganhando as primeiras e as segundas bolas. Foi desta forma que criaram as oportunidades que conseguiram antes do intervalo. O nosso jogo de ataque não esteve bem, especialmente no primeiro tempo, mas o mérito foi todo da Irlanda, que soube manter-nos sob pressão, não nos dando tempo para pensar.

Depois de golo da Irlanda começamos a jogar mais da forma como eu pretendia. Trocámos a bola mais rápido, fizemos uma melhor utilização das lateralizações, demos uma melhor utilização ao Martin Olsson, o nosso defesa-esquerdo. Foi a partir desse flanco que criámos a maioria das oportunidades no segundo tempo.

O Mikael Lustig teve uma lesão na virilha, ainda é difícil dizer com que gravidade, só amanhã saberemos melhor. 

Andreas Isaksson, guarda-redes da Suécia
Estamos desiludidos. Sinto-me frustrado por não conquistar os três pontos. Não jogámos ao nível do nosso potencial na primeira parte. Fomos um pouco passivos, o que é uma dificuldade para jogar futebol.

Considero que [depois de estar em desvantagem] começámos a jogar de forma mais solta, pois sabíamos que tínhamos de ser um pouco mais agressivos. Talvez fosse esse o problema no primeiro tempo. Agora só precisamos recarregar as baterias. Temos a ambição intacta. 

Última actualização: 14-07-16 20.17CET

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