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Dzagoev lidera Indície Castrol EDGE

Um dos três jogadores que já marcou três golos na prova, Alan Dzagoev lidera o Indíce Castrol EDGE depois da segunda jornada, com Andriy Shevchenko a segui-lo de perto.

Alan Dzagoev coloca a Rússia na frente contra a Polónia
Alan Dzagoev coloca a Rússia na frente contra a Polónia ©Getty Images

Chegado à prova depois de recuperar de um fractura de um dedo grande do pé, Alan Dzagoev tem-se destacado no UEFA EURO 2012, como parte de uma grande Rússia que tem dado nas vistas com o seu futebol atacante.

O "playmaker" do PFC CSKA Moskva tem sido uma das peças fundamentais do tridente atacante de Dick Advocaat e líderou o Indíce Castrol EDGE depois de cada um dos jogos, estando na frente da classificação absoluta com uma pontuação total de 9.66, ao fim da segunda jornada.

Dzagoev, de 21 anos, é um dos três jogadores presentes no Europeu que soma três golos. Dos dez primeiros do Indíce, apenas o médio italiano Claudio Marchisio e o espanhol Andrés Iniesta ainda não marcaram. O russo tem sido de uma eficácia enorme na competição, em claro contraste com o seu desempenho no campeonato russo esta temporada, onde, em 31 jogos, marcou apenas em cinco ocsiões.

Como é bom de ver, o UEFA EURO 2012 tem sido bem diferente. Dzagoev fez seis remates à baliza, cinco dos quais ao alvo, incluindo o cabeceamento que inaugurou o marcador para a Rússia no empate a um golo contra a Polónia. É seguido de perto pelo herói da Ucrânia, Andriy Shevchenko (9.58), cujos 9.7 conseguidos no jogo de abertura contra a Suécia foram a melhor pontuação conseguida num encontro da prova até agora.

Os dois golos do avançado do FC Dynamo Kyiv marcados no seu estádio deram a volta ao marcador inaugurado por Zlatan Ibrahimović (9.51). O capitão sueco aliou o seu grande reportório técnico a um grande poder de antecipação para fazer o primeiro golo da partida. Na derrota por 3-2 ante a Inglaterra, que resultou na eliminação da sua equipa, obrigou Joe Hart a brilhar em quatro ocasiões, uma menos que o máximo da prova para um encontro individual.

Quem completa o top cinco é o "playmaker" David Silva (9.45) e Marchisio (9.39). O espanhol é o líder da orquestra espanhola que arrasou no segundo jogo do Grupo C, em que derrotou a República da Irlanda por 4-0, marcando um golo e fazendo duas assistências. Junte-se a tudo isso um excelente passe de Cesc Fàbregas para o golo do empate contra a Itália, quatro dias antes, número que faz dele o rei das assistências, juntamente com as três de Andrey Arshavin.

Tal como Dzagoev, o italiano Marchisio terminou na frente do Indíce nos dois jogos disputados. Depois de se destacar no jogo contra a Espanha, pela sua exibição a defender e na recuperação de bola, o médio da Juventus foi mais além contra a Croácia, fazendo quatro remates à baliza - mais do que qualquer outro jogador em campo – para além de percorrer 12.01 km no Estádio Muncipal de Poznan.

Gomez, em sexto, terminou com todas as más memórias que tenha do Europeu de há quatro anos, quando fez cinco remates sem marcar pela Alemanha, que chegou à final. Em 180 minutos de acção na Polónia e Ucrânia, o avançado do FC Bayern München já vai em três golos.

Dados fundamentais até agora
3 – Número de assistências feitas por David Silva e Andrey Arshavin, o máximo na prova.

6 – Os golos que Nicklas Bendtner marcou contra Portugal em cinco encontros, depois dos dois que marcou no jogo do Grupo B.

7 – Alan Dzagoev marcou todos os seus sete golos pela selecção desde o início da qualificação para a prova.

29 – Remates à baliza da Espanha, mais que qualquer outra equipa, com 24 deles a serem feitos contra a República da Irlanda.

136 – Passes tentados por Xavi Hernández na vitória por 4-0 sobre a República da Irlanda, um novo máximo de sempre na competição.