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Iniesta apela a uma Espanha "eficaz"

Andrés Iniesta disse ao UEFA.com que as críticas de que a Espanha foi alvo no seu país "tiveram um motivo" e que vão ter de ser eficazes quando defrontarem uma França "muito perigosa".

Iniesta apela a uma Espanha "eficaz"
Iniesta apela a uma Espanha "eficaz" ©uefa.com 1998-2012. All rights reserved.

A Espanha poderá ainda não ter atingido um nível a que está habituada no UEFA EURO 2012, mas os campeões em título chegam aos quartos-de-final de sábado, frente à França, como o estatuto de favoritos. Um dos pilares do seu meio-campo, Andrés Iniesta, de 28 anos, disse ao UEFA.com que a sua equipa vai precisar de ser "agressiva e intensa quando tem a bola", para levar a melhor sobre a de Laurent Blanc, em Donetsk. Referiu ainda que as críticas que os campeões do Mundo e da Europa ouviram em casa, "tiveram um motivo".

UEFA.com: Foi pouco habitual ver a Espanha sob tanta pressão como aconteceu contra a Croácia. Porque é que tiveram tantas dificuldades?

Andrés Iniesta: Houve um bocado de tudo nesse jogo. Penso que foi tão difícil jogar porque sabíamos que um empate seria suficiente para nós nos apurarmos, mas o facto é que o tempo ia passando e os golos não surgiam. E, como é óbvio, estávamos a defrontar a Croácia, que tem uma excelente equipa e que precisava de ganhar para seguir em frente. Todas estas circunstâncias tiveram influência em certos períodos do jogo e fizeram-nos sofrer um pouco.

Penso que, no geral, a Espanha não fez um mau jogo, mas sim, houve alturas em que a Croácia teve a iniciativa de jogo, porque precisava de vencer para se apurar. Para além disso, a Espanha pode ter problemas num jogo como qualquer outra equipa.

UEFA.com: A seguir segue-se a França, outra selecção que gosta de jogar um futebol atacante. Que pensa destes quartos-de-final?

Iniesta: Vai ser um jogo muito disputado, o que quer dizer que vai haver muita luta pela posse de bola. Eles gostam de circular bem a bola e têm grande qualidade na equipa, em especial no meio-campo e ataque. São uma formação muito perigosa. Penso que a nossa eficácia e os números de posse de bola que venhamos a ter serão decisivos. Temos de ser agressivos e intensos com a bola, criar e aproveitar as nossas oportunidades. Penso que nas rondas a eliminar temos que ser eficazes e estes jogos é assim que são decididos.