Feito do Légia anima presidente polaco

"O presidente da Polónia, Andrzej Duda, veio ao nosso balneário após o jogo, o que significa que conseguimos algo especial", afirmou o avançado Aleksandar Prijović na sequência da vitória sobre o Sporting.

Aleksandar Prijović (à esquerda) assiste Guilherme para o golo da vitória do Légia
Aleksandar Prijović (à esquerda) assiste Guilherme para o golo da vitória do Légia ©Getty Images

Foi um regresso com altos e baixos do Légia Varsóvia à UEFA Champions League após 21 anos de ausência mas cujo final feliz teve direito a uma visita presidencial de aprovação.

Tendo já sofrido um total de 24 golos – recorde igualado na prova – antes do último jogo, o Légia encantou na quarta-feira os seus adeptos com um triunfo por 1-0 sobre o Sporting CP, resultado que deixou a equipa acima da formação visitante, no terceiro lugar do Grupo F, apurando-se para os 16 avos-de-final da UEFA Europa League. "O presidente da Polónia, Andrzej Duda, veio ao nosso balneário após o jogo, o que significa que conseguimos algo especial", disse o avançado Aleksandar Prijović.

O atacante suíço foi o jogador chave do Légia na partida, não apenas assistindo Guilherme para o golo da vitória contra o Sporting como sendo uma ameaça permanente para a defesa do clube português. “É um grande momento para nós”, disse Prijović.

Resumo: Légia 1-0 Sporting
Resumo: Légia 1-0 Sporting

"E o facto do presidente da Polónia ter vindo saudar-nos significa que fizemos algo de bom. Nunca o tinha visto antes, foi a minha primeira vez. O ambiente no balneário foi excelente, o presidente até cantou connosco."

"Definitivamente, este período é um dos melhores da minha vida. Estou a jogar pela primeira vez na Champions League, fiz dois golos ao Dortmund e agora ajudei a equipa a ganhar."

"Estou muito feliz e orgulhoso pois o Légia iniciou a fase de grupos muito mal. Sofremos muitos golos, ficámos muito assustados. Respeitámos em demasia os nossos adversários."

"Contudo, começámos a aprender com as dolorosas lições, crescemos como equipa. Sempre que sofremos, demos resposta. Jogo a jogo, mostrámos cada vez mais potencial. O pior jogo foi o primeiro, contra o Borussia Dortmund, 6-0 em casa. Foi como um murro na cara. Mas depois acordámos e no final sobrevivemos no grupo da morte. É realmente excelente."

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