Entrevista com Pau Cubarsí: defesa do Barcelona fala dos seus princípios de jogo
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
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"Nunca gosto de perder," diz o central de 19 anos do Barcelona à UEFA antes da nova campanha na Champions League.
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Tendo crescido na pequena localidade de Vilablareix, o central Pau Cubarsí formou-se na academia La Masia do Barcelona e está agora a impressionar ao mais alto nível na UEFA Champions League.
Depois de ter conquistado o Campeonato do Mundo com a Espanha neste Verão, o jogador de 19 anos prepara-se para uma nova campanha continental com a equipa de Hansi Flick e, embora afirme ter evoluído bastante desde que fez a sua estreia na equipa principal aos 16 anos, em Janeiro de 2024, revela à UEFA que as lições aprendidas na La Masia continuam a moldá-lo.
Esta entrevista foi realizada a 29 de Agosto de 2026.
Sobre a sua filosofia no futebol
Sempre me disseram que sou um tipo muito trabalhador, que procuro sempre demonstrar nos treinos que estou pronto para jogar. Acho que isso é o que mais os treinadores me têm dito: essa vontade, essa ambição que tenho sempre de jogar e de tentar dar o meu melhor. Isso significa abordar os treinos com a máxima dedicação possível, tentando treinar com a mesma intensidade como se fosse um jogo, para ter essa confiança em mim próprio e também no treinador, e para ter aquela vontade de que o jogo comece, de ser titular e de jogar muito bem.
Sobre o seu estilo de jogo
Descrever-me-ia como um jogador de personalidade forte em campo, que mantém a calma sob pressão, procurando sempre construir o jogo a partir da defesa e vencer os duelos individuais. Acho que o que mais me define é a minha capacidade de construir o jogo a partir da defesa, algo que aprendi aqui na academia do Barça. Temos vindo a dominar o ritmo do jogo e a construir jogadas a partir da defesa desde muito jovens, e é isso que realmente define o meu estilo de jogo.
Sobre o quanto mudou desde que se estreou em 2024
Tenho um pouco mais de experiência e também ganhei mais massa muscular; agora estou mais forte. Tornei-me também mais competitivo. Evoluí nesse sentido de tentar sempre vencer, embora ache que isso já estivesse dentro de mim. Era um miúdo que estava apenas a dar os primeiros passos e, agora, acho que me tornei um melhor jogador de futebol e as coisas estão muito mais claras para mim.
Sobre os seus conselhos para os jogadores jovens
O mais importante é que não apressem as coisas, mas que aproveitem o processo. Devem ganhar experiência e fazer amigos porque, no fim de contas, as equipas são compostas por pessoas que se tornam amigos para toda a vida. Devem aproveitar cada momento e dar o seu melhor em cada sessão de treino e em cada jogo para mostrar do que são capazes e para demonstrar a sua ambição de ter sucesso.