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Kai Havertz aborda o Real Madrid e o que significa marcar o golo da vitória numa final da UEFA Champions League

"É algo que ficará comigo para sempre", disse o dianteiro do Chelsea ao relembrar o seu golo decisivo na final da UEFA Champions League de 2021 contra o Manchester City.

 
  POOL/AFP via Getty Images

Aos 21 anos, Kai Havertz vestiu a pele de herói na final da UEFA Champions League de 2021, no Porto, marcando o único golo aos 42 minutos na vitória do Chelsea sobre o Manchester City, rival da Premier League.

Com os Blues de olho na segunda final em outras tantas temporadas, o antigo médio ofensivo do Leverkusen falou sobre o confronto dos quartos-de-final com o Real Madrid (por sinal o conjunto que eliminaram nas meias-finais da temporada passada) e como é marcar um golo que provova emoções em todo o mundo.


Sobre voltar a defrontar o Real Madrid

O golo de Havertz que valeu o triunfo na UCL
O golo de Havertz que valeu o triunfo na UCL

Acho que amadurecemos desde que os vencemos na temporada passada. Novos jogadores juntaram-se à nossa equipa, enquanto outros saíram. Isso é tudo normal. Em suma, acho que nos tornamos uma equipa mais madura. Também somos uma formação mais unida, principalmente por causa de todas as notícias recentes sobre o clube. Acho que melhorámos, que nos aproximámos como equipa. E acho que em jogos como esses podemos provar mais uma vez a qualidade da nossa equipa, como fizemos da última vez.

Claro, as coisas também mudaram em comparação com o ano passado. No ano passado entrámos sempre nos jogos sem a condição de favoritos, ao passo que na presente temporada abordamos os nossos encontros como detentores da Champions League. 

Sobre marcar o golo decisivo frente ao Manchester City

Grandes golos do Chelsea na Champions League
Grandes golos do Chelsea na Champions League

Não há palavras para descrever todas as emoções. Marcar golos é o melhor momento para um jogador de futebol, isto porque nos apercebemos dos sentimentos dos adeptos.

Geralmente sou associado ao golo decisivo, mas para mim era mais sobre poder segurar o troféu nas minhas mãos. Foi algo muito surreal. Eu realmente não podia acreditar e é por isso que eu não estava tão emocionado. Foi só depois de alguns dias que percebi: "Incrível, conseguiste!" Não era apenas o meu sonho, mas para todas as pessoas que me acompanham, como a minha família, as pessoas do clube, os meus treinadores no Leverkusen. Era um sonho para todos e eu sabia que faria todos felizes por poder realizar esse sonho deles.

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