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Factos da competição

UEFA Champions League: Sabia que?

Recordes globais
• Em 2016/17, o Real Madrid tornou-se na primeira equipa a revalidar o título da UEFA Champions League, com o Milan (1989 e 1990) a ter sido o último clube a ganhar a Taça dos Campeões em épocas consecutivas. Milan (1994 e 1995), Ajax (1995 e 1996), Juventus (1996 e 1997) e Manchester United (2008 e 2009) regressaram à final da UEFA Champions League como campeões, mas perderam.

• O Real Madrid somou o terceiro troféu seguido em 2017/18, tornando-se o quarto clube a somar três ou mais títulos consecutivos na Taça dos Campeões e o primeiro a fazê-lo duas vezes.

• Apenas duas equipas ganharam a UEFA Champions League em solo nacional: Dortmund (1997, final em Munique) e Juventus (1996, final em Roma). O Manchester United perdeu a final de 2011 em Londres e, 12 meses depois, o Bayern foi batido no seu próprio estádio, a Fußball Arena München.

Fase a eliminar
• O Real Madrid apurou-se para a fase a eliminar da UEFA Champions League em 24 ocasiões, registo recorde, entre as quais 23 seguidas. Detém também o máximo de jogos disputados na fase a eliminar, 97 – à frente do Bayern (91) e do Barcelona (90).

• Em 48 vezes as equipas que perderam a primeira mão conseguiram seguir em frente, incluindo seis em 2018/19 – recorde na competição.

• Antes da época passada, apenas por duas vezes – as vitórias do Ajax sobre o Panathinaikos nas meias-finais de 1995/96 e do Inter frente ao Bayern nos oitavos-de-final de 2010/11 – uma equipa que perdeu a primeira mão em casa passou à etapa seguinte. Contudo, o Ajax novamente (contra o Real Madrid) e o Manchester United (ante o Paris) alcançaram o feito nos oitavos-de-final de 2018/19, antes do Tottenham (diante do Ajax) fazer o mesmo nas meias-finais.

A maior desvantagem alguma vez recuperada foi alcançada pelo Barcelona frente ao Paris nos oitavos-de-final de 2016/17, quando perdeu por 4-0 fora, mas seguiu em frente após vencer por 6-1 em casa. Esta reviravolta suplantou o anterior máximo detido pelo Deportivo nos quartos-de-final de 2003/04, altura em que perdeu por 4-1 no terreno do Milan antes de vencer por 4-0 em casa. A Roma igualou esta margem nos quartos-de-final de 2017/18, virando o desaire de 4-1 na primeira mão, em Barcelona, com um triunfo por 3-0 na capital de Itália, enquanto nas meias-finais de 2018/19 o Liverpool perdeu a primeira mão por 3-0 no terreno do Barcelona, mas apurou-se graças à vitória por 4-0 em casa.

• Trinta e três eliminatórias foram decididas devido aos golos marcados fora, entre as quais 13 em que a equipa vencedora perdeu a primeira mão. Bayern e Mónaco beneficiaram da regra dos golos fora em cinco ocasiões – mais do que qualquer outro clube –, enquanto o Inter foi eliminado quatro vezes dessa forma, registo recorde.

• No total, 29 eliminatórias precisaram de ir a prolongamento. Treze foram mesmo decididas apenas pelo tempo extra: seis oitavos-de-final, entre os quais o Porto-Roma em 2018/19, cinco quartos-de-final, a meia-final de 2007/08 entre Chelsea e Liverpool, e a final de 2013/14 disputada por Real Madrid e Atlético.

• Seis eliminatórias foram ao desempate por grandes penalidades, incluindo sete finais – 1996, 2001, 2003, 2005, 2008, 2012 e 2016. A primeira ronda a duas mãos a ser decidida por penalties foi a vitória do PSV Eindhoven sobre o Lyon, por 4-2, a 13 de Abril de 2005, após 2-2 no total dos dois encontros, naquele que é ainda o único confronto dos quartos-de-final a ter sido resolvido dessa forma. Bayern, Chelsea e Atlético participaram em três desempates por penalties e partilham o recorde da competição, tendo Bayern, Atlético e Liverpool ganho mais vezes (duas cada).

• Os oitavos-de-final de 2015/16 entre Atlético e PSV foram os primeiros a terminarem sem golos após as duas mãos. Treze acabaram com 1-0 no total, mais recentemente o triunfo do Real Madrid sobre o Manchester City nas meias-finais de 2015/16.

• Liverpool (frente ao Porto) e Bayern (diante do Beşiktaş) ganharam ambos por 5-0 nos oitavos-de-final de 2017/18, igualando o máximo na fase a eliminar relativamente à maior vantagem na primeira mão – o triunfo do Real Madrid por 6-1 em casa do Schalke em 2013/14 e os 5-0 com que o Bayern venceu o Sporting, em Lisboa, em 2008/09, ambos também nos oitavos-de-final.

• O Bayern eliminou depois o Sporting pela maior vantagem no total das duas mãos, 12-1, depois de ganhar por 7-1 na segunda mão, em Munique; essa ronda teve também mais golos (13) no total das duas mãos do que qualquer outra na fase a eliminar da UEFA Champions League até ter sido igualado pela vitória do Liverpool por 7-6, no total, diante da Roma, nas meias-finais de 2007/08.

• Bayern e Manchester City partilharam o recorde relativo à maior margem de vitória num jogo da fase a eliminar da UEFA Champions League. O Bayern bateu o Basileia (2011/12) e o Shakhtar (2014/15) por 7-0 na segunda mão dos oitavos-de-final, ao passo que o City derrotou o Schalke pelo mesmo resultado na mesma etapa da competição de 2018/19.

• Cinco clubes de de Inglaterra, marca recorde, disputaram a fase a eliminar em 2017/18. Incluindo 2019/20, a Inglaterra também forneceu quatro clubes em oito outras ocasiões – tantos quanto a Espanha em cinco situações e a Alemanha em duas. A Inglaterra é a única nação a ter quatro clubes nos quartos-de-final na mesma época, tendo a de 2018/19 sido a terceira após 2007/08 e 2008/09.

• Clarence Seedorf é o único jogador a ter erguido a Taça dos Campeões por três clubes (Ajax 1995, Real Madrid 1998 e Milan 2003 e 2007). Bob Paisley, do Liverpool (1977, 1978 e 1981), foi o primeiro treinador a ganhar por três vezes, feito igualado por Carlo Ancelotti (Milan 2003, 2007, Real Madrid 2014) e Zinédine Zidane (2016, 2017, 2018).

• Em 2014, Ancelotti tornou-se também no quinto treinador a ganhar o troféu por dois clubes; Ernst Happel (Feyenoord 1970, Hamburgo 1983), Ottmar Hitzfeld (Dortmund 1997, Bayern 2001), José Mourinho (Porto 2004, Inter 2010) e Jupp Heynckes (Real Madrid 1998, Bayern 2013) tinham alcançado antes esse feito.

Recordes de golos
• Lionel Messi tornou-se no primeiro jogador a marcar cinco golos num jogo na goleada do Barcelona sobre o Leverkusen, por 7-1, a 7 de Março de 2012, feito reproduzido por Luiz Adriano, do Shakhtar, frente ao BATE, a 21 de Outubro de 2014. Outros 11 jogadores, incluindo igualmente Messi, marcaram quatro vezes numa só partida, mais recentemente Cristiano Ronaldo, pelo Real Madrid, na sexta jornada de 2015/16.

• Cristiano Ronaldo estabeleceu novo recorde na fase de grupos da UEFA Champions League com 11 golos em 2015/16 e bateu a sua própria marca de nove tentos em 2013/14, feito igualado por Luiz Adriano em 2014/15 e que o próprio Ronaldo voltou a repetir em 2017/18. Lionel Messi apontou dez golos em 2016/17, enquanto Zlatan Ibrahimović (2013/14), Ruud van Nistelrooy (2004/05), Filippo Inzaghi, Hernán Crespo (ambos em 2002/03) e Robert Lewandowski (2018/19) marcaram oito.

• O "hat-trick" de Messi frente ao PSV Eindhoven, na primeira jornada de 2018/19, foi o seu oitavo na competição, feito igualado por Ronaldo frente ao Atlético na segunda mão dos oitavos-de-final da mesma temporada.

Jogadores mais novos e mais velhos
• Marco Ballotta, guarda-redes da Lázio, é o jogador mais velho a ter competido na UEFA Champions League, com 43 anos e 252 dias, no encontro frente ao Real Madrid, na sexta ronda de 2007/08. Alessandro Costacurta é o mais velho jogador de campo; o defesa do Milan tinha 40 anos e 211 dias quando defrontou o AEK de Atenas em 2006/07.

• Francesco Totti é o jogador mais velho a marcar na competição, com 38 anos e 59 dias, no empate 1-1 da Roma com o CSKA, a 25 de Novembro de 2014.

• Celestine Babayaro é o mais jovem jogador a estrear-se na prova; tinha 16 anos e 87 dias quando jogou a titular pelo Anderlecht frente ao Steaua, a 23 de Novembro de 1994. Foi expulso aos 37 minutos.

• O golo da vitória marcado por Ansu Fati pelo Barcelona no terreno do Inter, na sexta jornada de 2019/20, tornou-o no mais novo autor de um golo na história da UEFA Champions League, com 17 anos e 40 dias. Bateu o anterior máximo de Peter Ofori-Quaye, do Olympiacos (17 anos e 195 dias), fixado a 1 de Outubro de 1997.

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