Eusébio: Recorde o ponto mais alto da carreira

No dia em que faria 78 anos, recordamos o ponto alto da carreira de Eusébio: o triunfo do Benfica na Taça dos Campeões de 1962.

Eusébio em 1962
Eusébio em 1962 ©Getty Images

O UEFA.com assinala o que seriam os 78 anos de Eusébio da Silva Ferreira, falecido em Janeiro de 2014, recordando o ponto mais alto da sua carreira: o triunfo do Benfica sobre o Real Madrid na final da Taça dos Campeões de 1962.

Veja Eusébio levar o Benfica à glória em 1962
Veja Eusébio levar o Benfica à glória em 1962

Considerado um dos maiores jogadores da história do futebol, cumpriu grande parte da carreira ao serviço do Benfica, tendo ajudado as "águias" a conquistar a Taça dos Clubes Campeões Europeus em 1961/62. Melhor marcador do Campeonato do Mundo de 1966, quando Portugal terminou no terceiro lugar, foi distinguido com a Bola de Ouro em 1965. Em Fevereiro de 2010, tornou-se no terceiro jogador a receber o Prémio Presidente da UEFA, depois de Alfredo Di Stéfano e Bobby Charlton.  

Eusébio revelou-se decisivo nesse triunfo do Benfica em 1962 ao apontar dois golos no triunfo sobre o Real Madrid, por 5-3, na final de Amesterdão. A exibição nesse encontro lançou uma carreira que terminaria com 59 golos em 78 jogos realizados nas competições de clubes da UEFA. Em 1968, foi elogiado por todos devido a um gesto de enorme desportivismo na final da Taça dos Campeões com o Manchester United.

Nos instantes finais do tempo regulamentar, com o marcador em 1-1, desferiu um remate fortíssimo a curta distância e viu Alex Stepney realizar uma defesa soberba na baliza do United. Esqueceu a decepção e aplaudiu o adversário, dando uma palmada nas costas do guarda-redes. O Benfica acabou por sair derrotado dessa final, em Wembley, por 4-1.

O "Pantera Negra", como era chamado, marcou nove golos no Campeonato do Mundo de 1966, incluindo dois no triunfo por 3-1, na fase de grupos, que motivou a eliminação do Brasil, detentor do troféu, e mais quatro na sensacional reviravolta frente à Coreia do Norte, num  triunfo por 5-3 nos quartos-de-final após Portugal ter estado a perder por 3-0.