Bayern sonha com quinto troféu do ano
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
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"Todos querem este título", disse Philipp Lahm, do Bayern, na antevisão à final do Mundial de Clubes, frente ao Raja, no sábado, aludindo ao possível quinto troféu em 2013.
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O FC Bayern München vai tentar conquistar o quinto título em 2013, algo histórico, este sábado, quando defrontar o Raja Casablanca, na final do Campeonato do Mundo de Clubes.
Enquanto o campeão europeu assegurou a presença na final de Marraquexe graças a um triunfo por 3-0 sobre o Guangzhou Evergrande FC, na terça-feira, o seu adversário teve de disputar três jogos. Os anfitriões deixaram pelo caminho Auckland City FC (2-1), no "play-off" de acesso aos quartos-de-final, CF Monterrey, derrotado pelo mesmo resultado, após prolongamento, e, de forma surpreendente, o CA Mineiro, detentor da Copa Libertadores (3-1), nas meias-finais.
Uma coisa é certa, a presença do campeão marroquino na final, que começa às 19h30 (hora de Portugal Continental), garante um ambiente especial. "É como ter Marrocos inteiro a apoiar-nos. Podem-se alcançar feitos inimagináveis com apoio assim", disse Chemseddine Chtibi, do Raja, enquanto o colega de equipa Mouhssine Iajour acrescentou: "O sonho está longe de ter terminado e vamos dar o máximo frente ao Bayern, até ao apito final. Nunca desistimos. Esta equipa tem uma enorme força mental na qual se pode apoiar".
No entanto, o Bayern tem um objectivo claro em mente: culminar um ano incrível com a conquista de mais um título, depois de já ter ganho a Bundesliga, a Taça da Alemanha, a UEFA Champions League e a SuperTaça Europeia. "Todos querem este título", disse o capitão Philipp Lahm. "Só depois é que podemos ir calmamente de férias". Mario Götze acrescentou: "É um evento único. Quem sabe se alguma vez terei a oportunidade de voltar a participar? Espero que sejamos nós a erguer o troféu no final da partida".
Um dos jogadores do Bayern, Claudio Pizarro, já teve essa honra antes. O avançado peruano fez parte da equipa que bateu o CA Boca Juniors por 1-0, na edição 2001 da Taça Intercontinental, predecessora deste torneio, graças a um golo de Samuel Kuffour na segunda parte do prolongamento.