PSG afunda Benfica com Ibrahimović imperial

Paris Saint-Germain FC 3-0 SL Benfica
Três golos apontados na primeira meia-hora, dois dos quais de Zlatan Ibrahomović, ajudaram a deixar o PSG sozinho no topo do Grupo C.

PSG afunda Benfica com Ibrahimović imperial
PSG afunda Benfica com Ibrahimović imperial ©Getty Images

O SL Benfica teve uma noite para esquecer no Parc des Princes, onde três golos sofridos na primeira meia-hora decidiram o encontro da segunda jornada favorável ao Paris Saint-Germain FC, agora isolado no topo do Grupo C com três pontos de vantagem em relação ao adversário.

Uma emenda fácil de Zlatan Ibrahimović à boca da baliza logo aos cinco minutos, sucedeu-se nova emenda, mas de Marquinhos, também na pequena área e na sequência do primeiro canto do jogo, aos 25 minutos. Cinco volvidos, o segundo canto trouxe um cabeceamento certeiro ao internacional sueco.

Jorge Jesus decidiu fazer alinhar Ljubomir Fejsa ao lado do compatriota Nemanja Matić, com Filip Djuričić à frente destes para tentar travar o forte jogo interior dos médios parisienses Thiago Motta, Blaise Matuidi e Marco Verratti, mas a verdade é que foram dos pés destes que surgiram todos os golos do primeiro tempo. Por outro lado, Nicolás Gaitán, que foi titular pela primeira vez em mais de um mês, mostrou-se desinspirado na condução de jogo e foi facilmente anulado por Grégory van der Wiel, que ainda teve espaço para subir à área contrária e servir Ibrahimović para o tento inaugural.

Atordoado e perdido em campo, o Benfica esteve perto de sofrer o segundo golo pouco depois, tendo valido aos encarnados Ezequiel Garay, que bloqueou o remate de Ibrahimović. Só depois os comandados de Jorge Jesus se aproximaram da área parisiense, com Guilherme Siqueira, que rendeu Bruno Cortez relativamente ao encontro com o Belenenses, a rematar forte por cima.

Após novo susto de Ibrahimović, seguiu-se o segundo golo dos parisienses, com Marquinhos no sítio certo para emendar um cruzamento-remate de Matuidi sustido com os pés por Artur. E, cinco minutos depois, já com André Gomes no lugar do lesionado Fejsa, Ibrahimović saltou mais alto que Garay e André Almeida para elevar a contagem na resposta a canto de Thiago Motta.

Até ao intervalo, menção para um forte remate, mas torto de Garay, jogador que proporcionaria a primeira defesa de Salvatore Sirigu no primeiro lance da segunda parte. O PSG baixou, então, o ritmo e a pressão e permitiu uns fogachos ao Benfica, como constituiu o forte remate de Miralem Sulejmani, que entrara no reatamento, para defesa apertada de Sirigu.

Todavia, as entradas do promissor Adrien Rabiot e de Lucas Moura levaram a nova aceleração do PSG, que viria a estar perto de marcar em mais duas ocasiões, a primeira das quais quando Rabiot rematou para estirada aparatosa de Artur, com Ibrahimović a falhar o "hat-trick", desperdiçando a recarga com a baliza à mercê.

No lance seguinte, Artur voltaria a impedir o quarto golo em duas ocasiões com duas defesas apertadas. Num primeiro momento, sacudiu com os punhos um remate traiçoeiro de Van der Wiel e, na recarga, negou, no chão, o golo a Edinson Cavani com o pé.

Um fraco remate de longa distância de André Gomes facilmente sustido por Sirigu foi o máximo que o Benfica conseguiu até final, terminando assim o primeiro encontro sem marcar nas últimas 15 partidas e dando aos dois encontros que se seguem, com o Olympiacos CFP, um carácter virtualmente decisivo.