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Embaixador: Paul Breitner

A temporada de 2011/12 da UEFA Champions League termina em Munique e o embaixador da final, Paul Breitner, aguarda já por aquele que será "o ponto alto de toda a temporada".

Embaixador: Paul Breitner
Embaixador: Paul Breitner ©UEFA.com

Depois de ter erguido a Taça dos Clubes Campeões Europeus ao serviço do FC Bayern München, de ter marcado na vitória da Alemanha na final do Campeonato do Mundo, em Munique, e de ter sido criado a apenas 50 quilómetros do local, poucas pessoas estão mais bem habilitadas do que Paul Breitner para ser o embaixador da final da UEFA Champions League na Fußball Arena Munchen, a de 19 de Maio.

O antigo médio do Real Madrid CF, agora com 60 anos, desfrutou de uma carreira brilhante de 13 anos, mas o regresso da final da principal competição europeia de clubes à casa da sua antiga equipa, pela quarta vez, e a primeira no novo estádio, constitui motivo de enorme orgulho. "A final da UEFA Champions League, em Maio do próximo ano, é o ponto alto da temporada para a cidade de Munique e para o Bayern", disse ao UEFA.com. "Os habitantes de Munique, incluindo eu, pensam que esta é a cidade mais bonita do Mundo."

Para além de ser uma atracção turística, Munique é também um berço do futebol e a Fußball Arena Munchen, inaugurada em 2005 e com capacidade para quase 70 mil espectadores em jogos da Bundesliga, é a casa tanto do TSV 1860 München como do Bayern, os clubes alemães mais bem-sucedidos. E foi ao serviço do tricampeão europeu que Breitner se deu a conhecer, há 41 anos.

"Em 1970, vivia-se um período de mudança no Bayern. Uli Hoeness, actual presidente do clube, e eu chegámos na altura certa para crescermos com a equipa e aprender com Franz Beckenbauer e Gerd Müller. Passámos por uma fase de desenvolvimento, que nos levou, após a quarta época, a disputar a primeira final de uma competição europeia, onde derrotámos o Atlético de Madrid no jogo de repetição, depois de um empate no primeiro."

Esse triunfo aconteceu em Maio de 1974, dois anos depois de Breitner ter ajudado a República Federal da Alemanha a conquistar o Campeonato da Europa e dois meses antes de sagrar-se campeão mundial. Viria a tornar-se um dos mais prestigiados jogadores do país, com cinco títulos da Bundesliga conquistados pelo Bayern e duas Liga espanholas ao serviço do Real Madrid. Em 1982, tornou-se apenas no terceiro jogador, depois dos brasileiros Vavá e Pelé, a marcar em duas finais de Mundiais (lote restrito a que entretanto se juntou Zinédine Zidane).