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Chelsea com teste grego

A equipa de Ricardo Carvalho, Paulo Ferreira e Hilário recebe o Olympiacos em Stamford Bridge, com a vantagem de ter conseguido um nulo em Atenas.

Vassilis Torosidis (Olympiacos) & Florent Malouda (Chelsea)
Vassilis Torosidis (Olympiacos) & Florent Malouda (Chelsea) ©Getty Images

O Chelsea FC está em vantagem depois da primeira mão dos oitavos-de-final com o Olympiacos CFP, em Atenas, ao conseguir um empate sem golos que aumenta as esperanças britânicas numa quarta presença nos quartos-de-final da UEFA Champions League, em cinco épocas. Os campeões gregos, pela primeira vez nos oitavos-de-final desde 1998/99, sabem que a participação na edição deste ano terminará, a menos que consigam vencer ou garantam um empate com golos em Stamford Bridge.

• A equipa de Panagiotis Lemonis considerou-se satisfeita com a exibição de uma primeira mão que primou pelo equilíbrio, mas decepcionada com a incapacidade na finalização, tendo desfrutado da maior parte das ocasiões de golo, no Estádio Georgios Karaiskakis. O treinador do Chelsea, Avram Grant, referiu que foi o pior jogo da sua equipa nas competições europeias, desde que assumiu os destinos do clube, na segunda jornada.

• O Chelsea ainda não perdeu nesta edição da competição, mas as exibições no seu reduto não atemorizam os helénicos, na sua deslocação a Londres. Dos três jogos em Stamford Bridge, dois culminaram em empates, 1-1 frente ao Rosenborg BK e 0-0 perante o Valencia CF. Na outra partida, registou-se uma vitória, por 2-0, frente ao FC Schalke 04, com a equipa orientada por Grant a terminar no primeiro lugar do Grupo B, com 12 pontos.

• Ainda assim, a formação da casa espera que a história se repita para garantir o apuramento. Na mesma fase da edição passada, o Chelsea empatou, 1-1, com o FC Porto, antes de vencer em casa, por 2-1, e esteve a perder em ambos os encontros. Na única ocasião anterior em que defrontou oposição grega, na primeira eliminatória da Taça dos Vencedores das Taças de 1970/71, com o Aris Thessaloniki FC, venceu,por 5-1, um triunfo decisivo na caminha até à vitória na final, frente o Real Madrid CF, numa finalíssima disputada em Atenas.

• Os londrinos adquiriram, esta época, o hábito de gorar as expectativas dos adversários, sendo que não sofreram golos nos últimos cinco jogos, estando as suas redes invictas há 531 minutos, desde que David Villa marcou aos nove minutos para o Valencia CF, na segunda jornada.

• À procura de aumentar a série de jogos consecutivos sem perder em casa para 60 - só nesta prova contam-se nove, numa série onde se incluem seis vitórias e três empates, desde que o FC Barcelona venceu, por 2-1, em Stamford Bridge, na primeira mão dos oitavos-de-final de 2005/06 –, o Chelsea deverá ter em atenção o registo do Olympiacos, que apresenta três triunfos nos jogos da fase de grupos disputados longe de Atenas. A formação grega venceu o Werder Bremen, por 3-1, e a  S.S. Lazio, por 2-1, e uma reedição desses feitos colocará os helénicos entre os oito maiores da mais prestigiada competição europeia de clubes, pela primeira vez nos últimos dez anos.

• Uma observação das anteriores visitas do Olympiacos a Inglaterra permite-nos verificar que não são propriamente favoráveis aos atenienses. Perdeu nas sete visitas e, para além da segunda mão da terceira pré-eliminatória da Taça UEFA de 2000/01, em que perdeu com o Liverpool FC, por 2-0, saiu sempre derrotado por três ou quatro golos por jogo, num total de 24 partidas. Na derradeira visita, na segunda mão dos oitavos-de-final da Taça UEFA de 2004/05, o Newcastle United FC manteve a média, já que venceu por 4-0.