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Frustração alimenta Rooney

A recordação do desaire do United, em vez das vitórias em casa frente à Roma e Milan, veio à memória de Rooney antes do regresso dos romanos.

Wayne Rooney confraterniza com Michael Carrick no treino de segunda-feira
Wayne Rooney confraterniza com Michael Carrick no treino de segunda-feira ©Getty Images

Wayne Rooney marcou por quatro vezes, na época passada, frente a adversários italianos, mas foi a recordação do derradeiro desaire do Manchester United FC, em vez das famosas vitórias em casa frente à AS Roma e ao AC Milan, que lhe veio à memória antes do regresso dos romanos a Old Trafford, em jogo do Grupo F da UEFA Champions League, que integra ainda as formações do Sporting e do FC Dynamo Kyiv.

“Ansioso por vencer”
O dianteiro da selecção de Inglaterra afirmou, na conferência de imprensa que antecedeu o encontro com a AS Roma, de como a frustração que assolou o United após a eliminação nas meias-finais da época passada apenas aumentou o seu desejo de sucesso nas competições europeias. “Uma coisa eu sei: estou ansioso por ganhar a UEFA Champions League, depois de ter estado tão perto no ano passado. Não jogámos da forma que sabíamos e isso custou-nos o jogo da segunda mão frente ao Milan. Esperamos poder chegar à final esta época e vencê-la”, indicou o companheiro de equipa de Nani e Cristiano Ronaldo.

Ainda sem marcar
Segundo Rooney, o United tem, esta temporada, um plantel com melhores condições para terminar a época em grande estilo. “Essa maior experiência que ganhámos com o reforço da equipa trará maior frescura para o final da época”, mas a questão mais pertinente tem que ver com o início da temporada. O United apenas apontou nove tentos em 11 jogos, sendo que Rooney ainda não marcou qualquer golo desde que, na jornada inaugural da presente campanha da Premier League, fracturou um metatarso.

Papel diferente
“Já fiz três jogos e espero regressar depressa aos golos e ajudar a equipa a vencer”, indicou Rooney, que à medida que recupera a forma que o consagrou, também se tenta habituar à parceria com Carlos Tévez. “É óbvio que quando jogo com o Carlos, tenho um papel diferente. Tento actuar mais no ombro-a-ombro com os adversários e deixar para ele a ligação entre o meio-campo e o ataque, o que faço de bom grado”, explicou. Alguns colocaram em causa a sua capacidade para jogar a ponta-de-lança, o que levou Rooney a ripostar: “Na parte final da época estava a jogar como ponta-de-lança e consegui alguns golos por actuar nessa posição”.

“Motivada”
O atacante espera conseguir voltar a facturar frente à Roma, mas sabe que a equipa italiana estará motivada para vingar a derrota de 7-1 sofrida em Abril, em Old Trafford. Questionado como se sentiria se estivesse na pele dos jogadores romanos, o dianteiro de 21 anos sorriu. “Estaria radiante assim que soubesse do sorteio. Se fosse um deles, estaria a esfregar as mãos de ansiedade”.

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