Mifsud reencontra o "primeiro amor"

Michael Mifsud, melhor marcador da história da selecção de Malta, falou ao UEFA.com sobre o regresso ao Sliema, clube que tem "no coração", e sobre uma carreira preenchida.

Michael Mifsud festeja um golo com a camisola de Malta
Michael Mifsud festeja um golo com a camisola de Malta ©Domenic Aquilina

O UEFA.com conversou com Michael Mifsud depois de o melhor marcador de sempre da selecção de Malta ter assinado um contrato de três anos pelo Sliema Wanderers FC, clube do seu país que vai representar pela terceira vez. Mifsud, de 33 anos, passou por Inglaterra, ao serviço do Coventry City FC e Barnsley FC, pelo Lillestrøm SK (Noruega), 1. FC Kaiserslautern, (Alemanha), e pelos malteses do Valletta FC (duas vezes), Qormi FC e, claro, Sliema. Na época passada, esteve na Austrália, ao serviço do Melbourne Heart FC.

UEFA.com: Como descreve a experiência na Austrália?

Michael Mifsud: O futebol na Austrália está a evoluir imenso. Tive uma recepção de herói quando cheguei ao Melbourne Heart, tanto da parte da comunidade maltesa como dos próprios australianos. Foi positivo a nível pessoal e profissional. Fiz grandes amigos e vou recordar para sempre esta experiência. Quero agradecer ao Melbourne Heart pela oportunidade que me deu de jogar no campeonato australiano.

UEFA.com: Está feliz por voltar a casa e ao primeiro amor, o Sliema Wanderers?

Mifsud: Estou realmente muito satisfeito. O Sliema esteve sempre no meu coração e pareceu-me apropriado assinar por este clube nesta fase da minha carreira. Posso dizer que o que tenho visto do clube está a impressionar-me muito. Encontrei uma mentalidade muito diferente.

UEFA.com: Ainda se lembra do primeiro jogo que fez pelo Sliema?

Mifsud: Sim. Tinha apenas 15 anos e foi contra o Naxxar Lions, em 1997/98. Rezei para jogar um minuto que fosse na equipa sénior e fui suplente utilizado. Foi o início de uma longa carreira.

UEFA.com: O que é mais especial: jogar pelo clube ou pela selecção?

Mifsud: Ambos fazem-se sentir emocionado quando entro em campo e tento jogar o melhor que posso, mas claro que representar o país onde nascemos é sempre mais especial.

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