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Regressos que ficam para a história

Publicado: sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012, 13.36CET
Thierry Henry regressou ao Arsenal mas não foi o primeiro que voltou ao clube que o celebrizou. O UEFA.com lembra-lhe outros heróis que regressaram a casa como Lukas Podolski, Frank Rijkaard ou Ian Rush.
Regressos que ficam para a história
Lukas Podolski é a principal figura do Colónia ©Getty Images

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Publicado: sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012, 13.36CET

Regressos que ficam para a história

Thierry Henry regressou ao Arsenal mas não foi o primeiro que voltou ao clube que o celebrizou. O UEFA.com lembra-lhe outros heróis que regressaram a casa como Lukas Podolski, Frank Rijkaard ou Ian Rush.

Apesar de ser por um reduzido intervalo temporal, Thierry Henry está de volta ao Arsenal FC, mas o antigo capitão dos "gunners" não é a única estrela que regressou ao local onde outrora foi feliz. O UEFA.com recorda outros regressos a casa, como o de Andriy Shevchenko, Lukas Podolski, Frank Rijkaard e Ian Rush, jogadores que não souberam dizer não ao seu primeiro grande amor.

Lukas Podolski (1. FC Köln)
'O senhor Colónia" ingressou no clube aos dez anos e marcou dez golos nos primeiros 19 encontros - marca que constituiu um máximo da Bundesliga para um jogador de 18 anos. Apesar de não ter impedido a descida do clube de divisão, os seus 24 golos na época seguinte foram decisivos no regressou do Colónia ao escalão maior. Podolski transferiu-se para o FC Bayern München, mas, apesar de ajudar os bávaros a vencerem a "dobradinha" campeonato/taça em 2007/08, nunca se sentiu como em casa. O Colónia tudo fez para trazer de volta, em 2009, o 'Prinz (princípe) Poldi', ao angariar 200 mil euros através de um 'site' na internet onde os adeptos podiam comprar imagens suas. Outros apoios financeiros chegaram da venda de "t-shirts" de Podolski e de um coro que gravou uma canção em sua homenagem. Depois de uma primeira época abaixo das expectativas, Podolski marcou 13 golos e fez sete assistências na segunda, a que se juntam os registos até agora da presente, a sua melhor de sempre: 14 golos em 16 jogos do campeonato.

Frank Rijkaard (AFC Ajax)
Rijkaard estreou-se no Ajax aos 17 anos, onde venceu três campeonatos da Holanda e a Taça dos Clubes Vencedores das Taças, em 1987. Depois saiu para o AC Milan, onde teve uma passagem altamente vitoriosa, juntamente com os compatriotas Ruud Gullit e Marco van Basten, tendo ganho duas Taças dos Clubes Campeões Europeus, marcando, na final de 1990, o golo da vitória sobre o Benfica. Rijkaard, membro da selecção holandesa que venceu o Campeonato da Europa de 1988, regressou ao Ajax em 1993 e deu a experiência necessária, juntamente com Danny Blind, à então jovem equipa de Louis van Gaal. Mais dois campeonatos foram conquistados, mas a cereja no topo do bolo aconteceu em 1995, ao fazer a assistência para Patrick Kluivert fazer o único golo da final da UEFA Champions League, ante o Milan.

Ian Rush (Liverpool FC)
Em sete anos em Anfield, Rush tornou-se num dos mais letais avançados que jogaram em Inglaterra. Os golos do internacional do País de Gales foram decisivos no domínio interno do Liverpool nos anos 80, ajudando os "reds" a vencer quatro campeonatos, uma Taça de Inglaterra e a Taça dos Clubes Campeões Europeus, em 1984. Rush teve uma temporada sem sucesso na Juventus, regressando a seguir ao Liverpool, onde jogaria por mais oito temporadas, conquistando o último campeonato ganho pelo clube, em 1990, juntando ainda mais duas taças, e colocando a sua marca na história do emblema inglês com o total de 346 golos em 660 jogos.

Andriy Shevchenko (AC Milan/FC Dynamo Kyiv)
Entre 1999 e 2006, Shevchenko tornou-se no segundo melhor marcador de sempre do Milan, deixando a sua marca na história do clube ao marcar a grande penalidade que daria o triunfo na final de 2003 da UEFA Champions League, ante a Juventus. 'Sheva' ajudou o Milan a vencer o "scudetto" em 2004, saindo duas temporadas mais tarde, para o Chelsea FC. Depois de uma decepcionante passagem por Inglaterra, o internacional ucraniano regressou, por empréstimo, aos "rossoneri", em 2008/09. Com Pato a usar a "sua" camisola com o número sete, o avançado usou a 76, mas não foi feliz. Shevchenko não marcou nos 18 jogos disputados na Serie A e regressou ao Chelsea, a partir de onde regressou a outra casa conhecida, a do seu primeiro clube, o FC Dynamo Kyiv.

Outros exemplos:
Fabien Barthez (Olympique de Marseille)
Marius Lăcătuş (FC Steaua Bucureşti)
Henrik Larsson (Helsingborgs IF)
Hakan Şükür (Galatasaray AŞ)

Última actualização: 09-01-12 11.05CET

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