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"Missão cumprida" para a Inglaterra de Hodgson

Depois de, no passado, ter levado a Suíça à fase final de um Mundial, Roy Hodgson não escondeu a alegria por ter agora guiado a sua Inglaterra rumo ao Brasil.

Wayne Rooney é felicitado pelos colegas depois de apontar, de cabeça, aos 41 minutos, o primeiro golo da Inglaterra
Wayne Rooney é felicitado pelos colegas depois de apontar, de cabeça, aos 41 minutos, o primeiro golo da Inglaterra ©Getty Images

A expressão facial de Roy Hodgson à entrada para a conferência de imprensa pós-jogo no Wembley Stadium dizia tudo. Não só mostrava o alívio inglês após 90 minutos de muita tensão no suado triunfo sobre a Polónia, como espelhava a alegria e o orgulho por ter guiado o seu país à fase final, no Brasil.

O desfecho do derradeiro jogo da Inglaterra no Grupo H de qualificação esteve em dúvida até ao 88º minuto. A Polónia ameaçou constantemente chegar ao empate, com o qual enviaria os ingleses para o "play-off", e Hodgson e a maioria dos 85.186 adeptos presentes em Wembley só puderam descansar quando o capitão Steven Gerrard fechou a contagem à beira do fim, depois de Wayne Rooney ter inaugurado o marcador ainda na primeira parte.

Para Hodgson, que assim viu a sua equipa terminar invicta esta fase de qualificação, tratou-se simplesmente de uma "missão cumprida". O seleccionador inglês afirmou: "Tivemos de lutar muito, mas a espaços praticámos um futebol espectacular. Quando se está a vencer por apenas 1-0 não se pode relaxar por um segundo que seja, sobretudo quando pela frente se tem jogadores como [Jakub] Błaszczykowski ou [Robert] Lewandowski. Para uma equipa que já não tinha nada em jogo, a Polónia esteve muito bem. O meu coração parava a cada vez que eles passavam do meio-campo. Mas conseguimos o apuramento, por isso, missão cumprida."

Será a segunda vez que Hodgson vai orientar uma equipa numa fase final de um Mundial, depois de ter guiado Suíça no Campeonato do Mundo de 1994, nos Estados Unidos. "Ter levado a Suíça ao Mundial de 94 e ao Europeu de 96, após 30 anos de ausência, foi um grande feito, mas como inglês levar o meu próprio país à fase final significa um pouco mais para mim", reconhece o técnico de 66 anos.