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História

À semelhança do que acontece a nível sénior, a Alemanha tem sido o país a bater no Campeonato da Europa Feminino de Sub-19, mas há outras selecções a despontar.

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À semelhança do que acontece a nível sénior, a Alemanha tem sido o país a bater no Campeonato da Europa Feminino de Sub-19, mas há outras selecções a despontar.

À semelhança do que acontece a nível sénior, a Alemanha tem sido a equipa a bater no Campeonato da Europa Feminino de Sub-19. A Alemanha somou cinco vitórias entre 2000 e 2007, antes de celebrar o sexto em 2011, domínio que é ainda mais impressionante se tivermos em conta que, até ao triunfo de França em 2010, mais nenhum país logrou vencer a competição por mais do que uma vez, à excepção da França, em 2010.

A Alemanha não foi além das meias-finais aquando da realização do primeiro torneio (então destinado a Sub-18), em 1997/98, sendo afastada pela eventual campeã, a Dinamarca. O troféu manteve-se na Escandinávia na época seguinte, com a Suécia a prevalecer, antes de a Alemanha dar um sinal daquilo que se seguiria ao sagrar-se campeã em dois anos consecutivos, no seguimento de vitórias frente à Espanha e à Noruega. A partir de 2001/02, o campeonato passou a ser de Sub-19 devido às alterações no método de determinação das idades das participantes. Isso não impediu a Alemanha de voltar a bater a concorrência, com 34 selecções a darem lugar a oito finalistas, tendo a França sido derrotada no jogo decisivo. À semelhança do que havia sucedido dois anos atrás, as alemãs venceram por 3-1.

Após ter sido derrotada nas finais de 1998 e de 2002, a França conseguiu, finalmente, vencer em 2003. A anfitriã Alemanha foi eliminada na fase de grupos, abrindo espaço para o triunfo da França sobre a Noruega, por 2-0, em Leipzig, com as gaulesas finalmente a inscreverem o seu nome na lista de vencedores. A Alemanha regressou em grande na temporada seguinte, registando um número recorde de 23 golos marcados, incluindo uma goleada por 7-0 frente à Espanha, por ocasião da fase de grupos. No entanto, esse resultado robusto não se repetiu quando estas duas mesmas equipas mediram forças na final, com as espanholas a levarem a melhor, por 2-1.

A Espanha não conseguiu o apuramento para defender o título na edição de 2005, que teve lugar na Hungria. A França, que venceu o grupo de apuramento das espanholas, conseguiu chegar até à final, onde mediu forças com a Rússia. As russas venciam por 2-1 a seis minutos do final, mas as francesas ainda tiveram forças para obrigar à disputa de um prolongamento. A decisão só aconteceu no desempate por grandes penalidades, onde a Rússia venceu por 6-5. Elena Danilova foi a grande estrela das russas, graças aos nove golos marcados.

Danilova foi novamente a melhor marcadora na última temporada, assinando sete golos na fase final e um total de 17. Contudo, a Rússia perdeu por 4-0 frente à Alemanha nas meias-finais, com a equipa de Maren Meinert a derrotar (3-0) a França na final e a assegurar a conquista do seu quarto título. As gémeas Isabel e Monique Kerschowski marcaram nesses dois jogos e estiveram novamente em destaque em 2007, na Islândia, com Monique a marcar mesmo na final, ajudando a sua selecção a vencer por 2-0 frente à Inglaterra, após prolongamento, isto depois de Nathalie Bock ter inaugurado o marcador.

No entanto, no ano seguinte a Alemanha acabou por cair nas meias-finais perante a Noruega, equipa que foi em seguida derrotada pela Itália, por 1-0, na final da prova disputada em França. Alice Parisi converteu uma grande penalidade aos 71 minutos e foi a heroína das transalpinas. As comandadas de Mo Marley ergueram o troféu, na Bielorrússia, um ano depois. Um troféu conquistado numa prova que atraiu números recorde de público, e na qual a Inglaterra foi forte demais para a Suécia, na final, embora um ano depois as britânicas tenham caído perante a França, que ganhou 2-1 e arrecadou o seu segundo título.

A Alemanha regressou às vitórias em 2011, e em grande estilo, tendo goleado a Noruega na final por 8-1. Ainda assim, a selecção germânica falhou a qualificação e a possibilidade de defender o título. Na Turquia foi a Suécia a levar a melhor, graças a um golo de Malin Diaz, no prolongamento, na final ante a Espanha. Este foi o sétimo vencedor diferente em 12 edições da prova. A Alemanha nem se qualificou para essa mesma fase final e, em 2013, a sua hegemonia voltou a ser ameaçada, já que a França venceu a prova pela terceira vez.

Vencedores (anfitriões)
2002: Alemanha (Suécia)
2003: França (Alemanha)
2004: Espanha (Finlândia)
2005: Rússia (Hungria)
2006: Alemanha (Suíça)
2007: Alemanha (Islândia)
2008: Itália (França)
2009: Inglaterra (Bielorrússia)
2010: França (ARJ da Macedónia)
2011: Alemanha (Itália)
2012: Suécia (Turquia)
2013: França (País de Gales)
2014: ??? (Noruega)
2015: ??? (Israel)
2016: ??? (Eslováquia)

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