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Chelsea bisa na Youth League

O Chelsea venceu o Paris por 2-1 na final, terminando a edição 2015/16 da UEFA Youth League invicto e com o segundo título consecutivo.
Chelsea bisa na Youth League
O Chelsea festeja após ganhar a UEFA Youth League pela segunda vez ©Getty Images
 

Chelsea bisa na Youth League

O Chelsea venceu o Paris por 2-1 na final, terminando a edição 2015/16 da UEFA Youth League invicto e com o segundo título consecutivo.

O Chelsea fez história na UEFA Youth League, tornando-se na primeira equipa a revalidar o Troféu Lennart Johansson, após derrotar o Paris por 2-1 na final.

O facto de os "blues" terem conseguido este feito apenas na terceira edição da prova – aquela em que o número de participantes duplicou, para 64, de modo a incluir o campeão jovem das 32 federações-membro da UEFA com melhor "ranking" – diz muito da qualidade da academia do clube londrino e do plantel de Adi Viveash.

Para quatro jogadores titulares frente ao Paris (Bradley Collins, Jake Clarke-Salter, Temitayo Aina e o capitão Charlie Colkett) foi o segundo triunfo na UEFA Youth League, já que o quarteto também tinha alinhado de início na vitória sobre o Shakhtar, em 2015.

O resultado da final de 2016 prolongou para 15 a série invicta do Chelsea na UEFA Youth League, uma sequência que remonta a Novembro de 2014.

O Anderlecht, novamente presente nas meias-finais, nunca pareceu que iria colocar esse registo em causa, já que os "blues" conseguiram um triunfo confortável em Nyon, por 3-0, com golos de Kasey Palmer, Colkett e Tammy Abraham.

O Paris, que bateu o Real Madrid por 3-1 na outra meia-final realizada no Centro Desportivo Colovray, foi um teste mais complicado às capacidades do Chelsea. Jean-Kévin Augustin – autor de um golo frente ao Real Madrid – falhou uma grande penalidade na primeira parte, depois de uma falta de Fikayo Tomori, autor do golo inaugural. Apesar de ter empatado à passagem dos 60 minutos, por intermédio de Yakou Meïté, os pupilos de François Rodrigues sofreram um golo apenas quatro minutos depois, com Palmer a concluir o passe a rasgar de Ali Mukhtar.

O Anderlecht foi o único semifinalista cujo percurso rumo à Suíça começou no Caminho dos Campeões Nacionais, que contou com representantes de Escócia e Cazaquistão, entre outros – no total, 37 nações estiveram representadas na edição de 2015/16. O Anderlecht e sete outras equipas sobreviveram às duas rondas a eliminar para chegarem ao "play-off", onde tiveram pela frente os segundos classificados dos oito grupos da UEFA Champions League, num só jogo.

Barcelona e Benfica, tal como Chelsea, ultrapassaram a fase de grupos sem derrotas. O Benfica marcou 29 golos em seis jogos, com uma goleada por 11-1 ao Galatasaray e outra por 8-0 ao Astana. No entanto, a veia goleadora terminou após essa fase. As "águias" sucumbiram por 2-0 diante do Real Madrid, depois de afastarem o Příbram no desempate por penalties, nos oitavos-de-final.

Já o Atlético conseguiu 25 tentos. Apesar de a campanha da equipa espanhola ter terminado nos penalties frente ao Midtjylland, no "play-off", Roberto Nuñez terminou a campanha como melhor marcador, com nove golos em cinco jogos.

Foi na fase de grupos que Marcus Rashford, do Manchester United, bisou na sua estreia na competição, como viria a fazer cinco meses depois na UEFA Europa League, quando mereceu a confiança de Louis van Gaal para a recepção ao Midtjylland.

Finalistas Chelsea e Paris mostram a sua técnica na sede da UEFA

http://pt.uefa.com/uefayouthleague/history/season=2016/index.html#chelsea+bicampeao