
| B | Arménia | Eslováquia | ||||
| A | Cazaquistão | Bélgica | ||||
| F | Geórgia | Malta | ||||
| E | Hungria | San Marino | ||||
| B | Andorra | ARJM | ||||
| H | Chipre | Noruega | ||||
| D | Luxemburgo | Bielorrússia | ||||
| I | República Checa | Escócia | ||||
| D | Albânia | Bósnia e Herzegovina | ||||
| A | Áustria | Azerbaijão | ||||
| C | Sérvia | Estónia | ||||
| G | Montenegro | Suíça | ||||
| E | Rep. Moldava | Holanda | ||||
| G | País de Gales | Bulgária | ||||
| C | Irlanda do Norte | Itália | ||||
| B | República da Irlanda | Rússia | ||||
| F | Grécia | Letónia | ||||
| A | Alemanha | Turquia | ||||
| C | Eslovénia | Ilhas Faroé | ||||
| H | Portugal | Dinamarca | ||||
| I | Espanha | Lituânia |
| C | Itália | 3-0 (fc) | Sérvia | |||
| B | Arménia | Andorra | ||||
| C | Ilhas Faroé | Irlanda do Norte | ||||
| A | Azerbaijão | Turquia | ||||
| E | Finlândia | Hungria | ||||
| F | Letónia | Geórgia | ||||
| A | Cazaquistão | Alemanha | ||||
| D | Bielorrússia | Albânia | ||||
| I | Liechtenstein | República Checa | ||||
| H | Dinamarca | Chipre | ||||
| E | Holanda | Suécia | ||||
| E | San Marino | Rep. Moldava | ||||
| C | Estónia | Eslovénia | ||||
| B | Eslováquia | República da Irlanda | ||||
| B | ARJM | Rússia | ||||
| G | Suíça | País de Gales | ||||
| A | Bélgica | Áustria | ||||
| F | Grécia | Israel | ||||
| H | Islândia | Portugal | ||||
| I | Escócia | Espanha | ||||
| D | França | Luxemburgo | ||||
| G | Inglaterra | Montenegro |
Cesare Prandelli disse à selecção italiana que deve jogar "sem medo" para ultrapassar a Inglaterra no último jogo dos quartos-de-final do UEFA EURO 2012, em Kiev.
"A Inglaterra é uma equipa muito complicada, por isso devemos partir para o jogo sem medo – sem condicionalismos psicológicos", disse Prandelli. "Devemos permanecer concentrados e esperar pela nossa oportunidade. Vimos os jogos anteriores da Inglaterra e é uma das selecções europeias mais organizadas. Não os podemos deixar jogar. Vão impor um ritmo elevado e meter o pé nos duelos individuais, pelo que se formos nós a ditar o ritmo as coisas podem correr-nos bem
".
As duas equipas não se defrontam desde o triunfo da Itália por 2-1, em Leeds, em Março de 2002, mas ambos os treinadores estão bem cientes dos desafios que o adversário coloca. Roy Hodgson não perde há cinco jogos desde que assumiu o comando técnico da Inglaterra, no mês passado, enquanto a equipa de Prandelli realizou uma fase de qualificação invicta, apesar da vitória sobre a República da Irlanda, que garantiu o segundo lugar do Grupo C, ter terminado uma série de cinco jogos sem ganhar e representado a sua primeira vitória numa fase final, nos últimos sete jogos.
Hodgson, antigo treinador de FC Internazionale Milano e Udinese Calcio, conhece bem o futebol italiano, mas recusou a hipótese de que a actual abordagem inglesa se assemelha com a postura defensiva que outrora prevaleceu na Serie A. A sua prioridade frente à Itália é que a Inglaterra dite o ritmo do jogo. "Estamos muito impressionados com a Itália, tal como toda a gente", disse. "Prandelli tem feito um trabalho muito bom – têm uma mistura excelente entre juventude e experiência, com uma componente muito atlética. Precisamos de assumir o controlo dos acontecimentos, porque se a Itália o fizer, pode ser uma noite muito longa para nós
".
A Inglaterra não deve fazer alterações em relação à equipa que garantiu o primeiro lugar do Grupo D com uma vitória sobre a Ucrânia, enquanto existe notícias mistas para Prandelli. Giorgio Chiellini, com um estiramento na coxa, é baixa confirmada e vai ser substituído pelo colega na Juventus, Leonardo Bonucci, apesar de Thiago Motta ter treinado com o plantel, mesmo sofrendo de um problema semelhante.
Um encontro com a Alemanha, em Varsóvia, na quinta-feira, aguarda o vencedor do jogo de Kiev, com a Itália a tentar alcançar as meias-finais pela quarta vez, algo que a Inglaterra tenta atingir pela terceira. "Acredito realmente que isto vem na altura certa", disse Prandelli. "Não somos a equipa mais forte em prova, mas somos muito determinados. Ao longo dos últimos anos tentámos mudar a nossa forma de jogar; estivemos bem até ao momento, mas agora queremos ganhar estes jogos grandes. Falta-nos pouco para dar esse salto qualitativo".
A Inglaterra perdeu quatro dos seis jogos oficiais entre ambos, somando apenas uma vitória. Quando foi confrontado com o facto de a selecção inglesa ter sido batida várias vezes pelas selecções mais fortes, desde que conquistou o Campeonato do Mundo, em 1966, Hodgson ripostou. "É uma estatística desagradável porque é muito negativa", explicou. "As estatísticas não se alteram com conversa. Alteram-se com vitórias".
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