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Alemanha termina com sonho da anfitriã Suécia

Suécia 2-3 Alemanha
O livre espantoso de Thomas Hässler abriu caminho para uma bela vitória.

Karl-Heinz Riedle marca frente à Suécia
Karl-Heinz Riedle marca frente à Suécia Popperfoto via Getty Images

Um golo fantástico de livre, apontado por Thomas Hässler, iniciou as hostilidades que levariam à vitória da Alemanha sobre a Suécia na meia-final do EURO '92, com os comandados de Berti Vogts a provarem que a derrota ante a Holanda foi devida essencimante à onda de lesões que assolou a sua equipa.

Quando Karlheinz Riedle foi derrubado por Jan Eriksson, Hässler marcou um livre no minuto 11 com tanto efeito, que a bola passou com facilidade a barreira e se alojou no fundo da baliza de Thomas Ravelli, que nem se mexeu. Riedle (59 e 88) marcou os restantes tentos dos alemães, com uma grande penalidade de Tomas Brolin e um golo já nos últimos instantes de Kennet Andersson a darem uma ideia de equlibrio que, de facto, nunca chegou a existir.

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Sem o influente Stefan Schwarz, ausente por castigo, a Suécia precisava que fosse um diminuído, por lesão, Jonas Thern a liderar o meio-campo, mas tudo se complicaria depois de Hässler colocar a Alemanha na frente. O pequeno médio deixaria os dois livres seguintes para Andreas Brehme, que acertou na barra no primeiro e no outro obrigou Ravelli a defesa muita apertada.

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A Suécia, já encostada às cordas, vacilou de vez quando Hässler desarmou Thern e isolou Mattias Sammer, cujo cruzamento proporcionou um golo fácil a Riedle. Brolin reduziria de grande penalidade, a punir derrube a Klas Ingesson de Thomas Helmer, que se redimiria ao estar no lance que colocaria a bola nos pés de Riedle, cujo centro-remate, já na pequena área, faria o terceiro para os alemães.

No reatamento do encontro, Ingesson fez um passe longo para a área, com Kennet Andersson a subir e a bater Bodo Illgner, num encontro em que uma Suécia em crescendo – seria quarta no Mundial dois anos depois - fez o que pode, mas esteve sempre longe do adversário, que chegava à sua quarta final em seis Campeonatos da Europa. Será que o duas vezes vencedor do troféu seria demasiado forte para a Dinamarca?

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"Onzes"

Cumprimento entre os capitães Jonas Thern e Andreas Brehme
Cumprimento entre os capitães Jonas Thern e Andreas Brehme Icon Sport via Getty Images

Suécia: Ravelli; Ljung, Björklund, Jan Eriksson, Roland Nilsson; Joakim Nilsson (Limpar 58), Thern (c), Ingesson, Kennet Andersson; Dahlin (Ekström 73), Brolin
Suplentes: Rehn, Lars Eriksson, Mikael Nilsson, Erlingmark, Jansson
Seleccionador: Tommy Svensson

Alemanha: Illgner; Brehme (c), Buchwald, Helmer, Kohler, Reuter; Effenberg, Hässler, Sammer; Riedle, Klinsmann (Doll 89)
Suplentes: Binz, Möller, Köpke, Thom, Schulz, Wörns
Seleccionador: Berti Vogts

Árbitro: Tullio Lanese (Itália)