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A história do UEFA EURO 2012: Segunda parte

Publicado: Sábado, 8 de Dezembro de 2012, 13.30CET
No segundo episódio da revista de três partes do UEFA EURO 2012, abordamos a defesa do título da Espanha e falamos com Vicente del Bosque, Jordi Alba e Andrés Iniesta sobre esse triunfo.

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Publicado: Sábado, 8 de Dezembro de 2012, 13.30CET

A história do UEFA EURO 2012: Segunda parte

No segundo episódio da revista de três partes do UEFA EURO 2012, abordamos a defesa do título da Espanha e falamos com Vicente del Bosque, Jordi Alba e Andrés Iniesta sobre esse triunfo.

Reescrever os livros de história do futebol tornou-se numa especialidade espanhola e voltaram a fazê-lo no UEFA EURO 2012. Examinamos a sua histórica defesa do título europeu no segundo episódio da revista da fase final apresentada em três partes pelo UEFA.com.

Nenhuma selecção conseguira vencer três grandes competições consecutivas antes da notável goleada por 4-0 sobre a Itália na final de 1 de Julho, disputada em Kiev. Esse resultado assegurou que "la roja" conseguira uma inédita "tripla", tornando-se na primeira equipa a defender com sucesso o título europeu e logo com um Campeonato do Mundo (2010) pelo meio.

"Vencer este último EURO foi mais do que justo. Mas temos que recuar ainda mais no tempo, aos quatro extraordinários anos nos quais o futebol espanhol tem estado bem e isso vem dar-nos mais responsabilidade para o futuro", reflecte o seleccionador Vicente del Bosque.

"Recebemos uma excelente equipa em 2008. A selecção acabara de vencer o EURO e era apenas um conjunto de jogadores que trabalhava bem em grupo. Eles sabiam o que podiam esperar no futuro próximo e nós sabíamos que íamos trabalhar com uma boa geração. Assim, aquilo que fizemos foi melhorar as qualidades, o que conseguimos na maior parte das vezes. E tentámos manter bem ciente que o que lográmos, conseguimos em conjunto."

Esse sentido de continuidade tem sido determinante. Sete dos 11 titulares na final também haviam participado, quatro anos antes, no jogo decisivo com a Alemanha. Contudo, as tácticas foram diferentes, jogando sem um ponta-de-lança clássico durante boa parte do torneio. Na Polónia e Ucrânia, nasceu, entretanto, outra estrela, uma vez que o lateral-esquerdo Jordi Alba desenvolveu um entendimento quase perfeito com Andrés Iniesta.

Alba disse: "Jogámos muito bem em todas as partidas em que alinhámos juntos. Mas esse foi o caso, também, de toda a equipa. Creio que todos nós jogámos bastante bem em conjunto. Jogar com Iniesta, que é um dos melhores futebolistas do planeta, é actuar com alguém que faz a diferença."

O próprio Iniesta foi escolhido como Melhor Jogador do Torneio e mais tarde recebeu o prémio da UEFA para o Melhor Jogador da UEFA na Europa na época de 2011/12. "Foi mais difícil [do que em 2008], porque teve lugar alguns anos depois. E também mais difícil porque todos os adversários queriam derrotar os campeões do EURO e do Mundo em título", considerou Iniesta.

Poderá alguém parar a Espanha, que também é a detentora do títulos europeus de Sub-21 e Sub-19? A palavra a Del Bosque: "Temos vários jogadores que desempenham um papel decisivo. São todos grandes futebolistas a nível individual, com grande talento. Depois, temos os rapazes 'normais', que precisam manter essa 'normalidade'. É isso que queremos e isso servir-nos-á no futuro."

"Eles nunca devem perder isso, assim como não podem perder a ambição por mais sucesso. Nesse sentido, creio que estamos bem fornecidos para enfrentar novos desafios."

Última actualização: 24-01-13 11.11CET

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