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Embora já tenham passado 20 anos sobre o seu falecimento, a admiração e o respeito por Bobby Moore, capitão da selecção de Inglaterra campeã mundial, mantém-se intacta entre colegas e adeptos do futebol em geral.
Não apenas jogador extraordinário e líder, o defesa - que se tornou conhecido no mundo do futebol com as cores do West Ham United FC - foi reverenciado tanto pelas qualidades fora de campo como pelo talento nele evidenciado. "Bobby foi um excelente tipo, um homem fantástico. Tenho muita pena que já não esteja entre nós", disse Martin Peters, antigo colega no West Ham e na selecção.
No entanto, mesmo que Moore - vencedor da Taça de Inglaterra e da Taça de Vencedores das Taças pelo West Ham antes de erguer o troféu no Mundial de 1966 - já não esteja entre os vivos, depois de ter falecido aos 51 anos, vítima de cancro no intestino, o seu legado persiste através do Fundo Bobby Moore (destinado ao apoio à investigação sobre o cancro no Reino Unido).
"Estamos a começar uma nova campanha de consciencialização sobre o cancro do intestino, tendo como alvo homens com idades entre os 35 e os 65 anos, angariando fundos para a pesquisa e consciencializando para os sintomas", explicou Stephanie Moore, viúva do antigo capitão da selecção inglesa. "Esta nova campanha denomina-se 'Faz o Bobby orgulhar-se'." Considerado um futebolista lendário, foi talvez fora dos relvados que Moore deixou a sua marca mais expressiva - ajudar a salvar vidas.
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