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Não ao Racismo

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    CSKA diz não ao racismo
    Inserido nas semanas do futebol para as pessoas da FARE, a dupla do CSKA Moskva, Igor Akinfeev e Seydou Doumbia debateu a importância do futebol ser inclusivo e lutar contra a discriminação.
    19-10-20151:37

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A campanha destinada a eliminar o racismo, discriminação e intolerância no futebol tornou-se, nos últimos anos, uma prioridade para a UEFA, com o organismo de tutela do futebol europeu a usar as suas iniciativas de maior visibilidade para passar uma mensagem inequívoca: Não ao Racismo.

Desde 2001, a UEFA desenvolveu uma estreita parceria com a rede FARE, composta por órgãos que trabalham contra a intolerância e discriminação no continente.

A UEFA tem prestado um enorme apoio financeiro à FARE nos últimos anos e ambas as organizações têm colaborado na organização de eventos, edição de publicações e utilização da enorme plataforma de divulgação que são os maiores jogos do futebol do continente, para passar uma mensagem de tolerância zero em relação a qualquer forma do racismo ou discriminação, a favor de um maior respeito pela diversidade.

Em cada ano, durante a terceira jornada da UEFA Champions League e UEFA Europa League, é destacado em todos os estádios por toda a Europa o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação, com a UEFA a dar forte apoio à maior campanha continental anti-discriminação, as Semanas de Acção da FARE. Este ano também irá estar presente na segunda e terceira jornadas da Qualificação Europeia do UEFA EURO 2016. Os eventos têm lugar durante as Semanas de Acção num grande número de países espalhados pela Europa. As actividades incluem "workshops", mesas-redondas e torneios de mini-futebol envolvendo adeptos, clubes, federações, minorias étnicas e organizações de juventude. Com o apoio da UEFA, as doações da FARE têm sido, depois, oferecidas a dezenas de iniciativas de "raízes".

A mensagem "Não ao Racismo" visa aumentar a consciência pública para a intolerância e discriminação no futebol, bem com desenvolver ideias e estratégias sobre como fazer esse combate. Em todos os jogos das provas de clubes da UEFA, os capitães de equipa usam braçadeiras "Unidos Contra o Racismo", mensagens contra o racismo são transmitidas nos comunicados públicos dos clubes e um vídeo contendo declarações de jogadores a apoiar a campanha são mostrados em cada estádio. É também mostrado pelos jogadores um galhardete "Não ao Racismo". No início de cada partida, tarjas "Não ao Racismo" são também exibidas no relvado.

As Semanas de Acção da FARE enfatiza também a resolução anti-racismo adoptada no XXXVII Congresso Ordinário da UEFA, que decorreu em Londres, em Maio de 2013, quando as federações-membro da UEFA se comprometeram a intensificar os seus esforços no sentido de eliminar o racismo do futebol e a impor sanções mais severas sobre o comportamento racista. A resolução inclui ainda um encorajamento aos árbitros para que interrompam, suspendam ou dêem por concluídos os jogos sempre que ocorram incidentes racistas, a aplicação de dez partidas de suspensão a um jogador ou dirigente considerado culpado de conduta racista e o encerramento do estádio caso haja comportamento racista por parte dos adeptos.

A UEFA reviu também o seu regulamento disciplinar para nele incluir penalizações mais duras contra o racismo. As medidas introduzidas visam combater de forma eficiente o comportamento racista nas partidas de futebol, em linha com a política de tolerância zero da UEFA.

A UEFA regista com agrado a adesão de figuras de destaque ao organismo do futebol europeu, FARE e à comunidade do futebol europeu na assistência à campanha, demonstrando o quanto o futebol está empenhado em ver-se livre dos racistas. Muitos dos actuais e antigos futebolistas deram o seu apoio à campanha e falaram abertamente contra o racismo.

A campanha de longo-prazo contra o racismo e a discriminação foi o ponto central da Conferência Respeita a Diversidade 2014, organizada em conjunto pela UEFA, a rede FARE e a FIFPro, sindicato dos jogadores, e acolhida pela Federação Italiana de Futebol (FIGC), que teve lugar em Roma em Setembro de 2014. A conferência procurou aumentar a consciencialização sobre como lidar com todos os aspectos do racismo e discriminação no futebol, com a participação dos principais intervenientes na modalidade.