Rotina dá confiança a Chiotis
Terça-feira, 3 de novembro de 2009O guarda-redes Dionisios Chiotis diz que a experiência adquirida nos três jogos sem ganhar já realizados na UEFA Champions League irá permitir ao APOEL FC partir para a recepção desta terça-feira ao FC Porto, no Grupo D, "com menor ansiedade e receio".
Esperanças de apuramento
A equipa de Ivan Jovanović teve um bom arranque na campanha de estreia na fase de grupos da UEFA Champions League, ao empatar a zero no terreno do Club Atlético de Madrid, mas, desde então, derrotas ante o Chelsea FC e o FC Porto impossibilitaram a conquista de mais pontos. Ainda assim, o guardião grego do APOEL, Chiotis, continua optimista: "Temos menos ansiedade e receio agora. Continuamos a ser a equipa menos conceituada do grupo, mas isso não quer dizer que não tenhamos as nossas hipóteses. Precisamos de derrotar o FC Porto para mantermos vivas as possibilidades de apuramento, o que não será fácil, ao contrário do que algumas pessoas pensam", indicou o companheiro de equipa dos portugueses Paulo Jorge, Nuno Morais e Hélio Pinto.
"Competição difícil"
O APOEL está a desfrutar do facto de ser apenas a segunda equipa de Chipre a competir a este nível, mesmo se o Anorthosis tenha chegado a esta fase da prova com quatro pontos em três jornadas na respectiva temporada de estreia, na época passada. "Esta é agora a segunda metade da nossa campanha na UEFA Champions League", continuou Chiotis, de 32 anos. "Defrontámos os três adversários e vimos que têm boas equipas e o quanto é difícil esta prova. Mas queremos mais e vamos dar tudo o que estiver ao nosso alcance nos três jogos que faltam".
"Ameaça"
Chiotis teve um jogo muito intenso durante a derrota contra o FC Porto, por 2-1, há duas semanas, partida em que Hulk esteve particularmente inspirado. No entanto, a sua preocupação não se limita apenas ao dianteiro do Brasil, recentemente chamado por Dunga para os amigáveis de Novembro frente à Inglaterra e Omã. "Todos os seus jogadores são perigosos e capazes de marcar. Concentrarmo-nos apenas num jogador ia expor-nos à ameaça que todos os outros constituem", lembrou.
©uefa.com 1998-2009. Todos os direitos reservados.




















